A DESCULPA MAIS CONVICENTE
Acostumadas a transmitirem jogos de futebol sem tirar seus profissionais dos estúdios, as rádios do Rio, São Paulo e outras capitais encontraram neste fim de semana, e próximos dias, uma (ou a mais) convicente das desculpas.
Devido a ameaça do coronavírus, os jogos dos campeonatos estaduais e demais competições terão que ser realizados sem público – com portões fechados. Garantia geral, e facilidade para os argumentos de as emissoras recorrerem ao sistema do off tube – antes limitado aos custos de mobilização, hospedagem, etc.
Enquanto o impasse perdurar, as partidas que estiverem programadas fora do circuito das rádios,sendo reproduzidas pelas sportvs e premieres, se tornarão nos campos preferidos por grandes ou medianos grupos que investem no setor.
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sábado, 14 de março de 2020
Direto das Ondas
ABCEDÁRIO DE NOTÍCIAS IV
CYRO Neves – Um dos destaques do jornalismo da Super Tupi, presença nas atrações matinais, Cyro está na emissora pela segunda vez. Como repórter também atuou na extinta Manchete (encerrou atividades em 2015), onde foi lançado na função de locutor esportivo. Integrou esse núcleo da Bradesco no Rio (também fechou, mas em 2017). Ele foi, ainda, narrador da BandNews, pertencente ao mesmo grupo de São Paulo. Cyro, um inquestionável valor de sua geração divide com a Renata Henrique, (produtora do Mário Belisário), a madrugada de sábado para domingo. A dupla apresenta o rodado musical Baú da Tupi, de meia-noite às 4h.
DÁUREA Gramático -- No Rio, Dáurea é apresentadora do Tarde Nacional, gerado de Brasília, que tem o Luciano Barroso na liderança. Ela já foi repórter. Nos gloriosos tempos da Globo, época dos ‘amarelinhos’. A carreira teve início em Um Novo Dia, (de 3h às 5h) com o Haroldo Júnior, Haroldinho e seu colaborador imediato, Hélio (Júnior, igualmente), um repórter cheio de bossa. Indicada para horários melhores, Dáurea projetou o seu nome, fruto de persistência e inerentes qualidades. Esteve uma temporada longe dos microfones e, quando voltou, o fez através da MEC AM, já incorporada à Empresa Brasil de Comunicação -- a EBC. Não lhe foi fácil alcançar a condição de apresentadora na outrora ‘maior emissora de rádio da América Latina'.
LUIZ FELIPE Mello – Componente da bancada de analistas do Clóvis Monteiro, estudioso de assuntos diversos, Luiz Felipe era repórter da Tupi num tempo anterior ao ‘Super’. Caiu nas graças do Anthony Garotinho (o Garotinho2), quando este assumiu o governo do Estado do Rio, passando a produzir o programa semanal em que ele prestava contas a seus eleitores. Acompanhou-o nas rádios – Manchete a principal delas --, depois de terminado o mandato. Política, tecnologia e economia são temas de que trata nos programas do Clóvis, Francisco Barbosa e Luiz Ribeiro.
MÁRIO Silva -- Já atuando na área esportiva, mas ainda fazendo matérias ‘da geral’ (inclusive na madrugada), Mário foi promovido no começo dos anos 80 a comentarista. Espécie de ‘móveis e utensílios’ da Nacional trabalhou com os principais narradores. De altura mediana e gordo ganhou da equipe como slogan, ‘o comentarista de peso’. Nos trabalhos ‘da geral’ preferia circular no seu velho Chevette em vez da viatura nova da rádio, uma Rural Wyllis, opção natural dos seus colegas – o Douglas Correa, por exemplo. Valendo-se do acervo da Mais querida’, produz e apresenta aos domingos Era Uma Vez no Futebol. Conta com a colaboração da jornalista e locutora Astrid Nick, uma das pioneiras mulheres do Brasil na reportagem do ramo.
TINO Júnior – Corria o ano 2000 quando Tino iniciava-se no rádio. Na FM O Dia, vinculada a conhecido jornal. Voltaria às origens dez anos depois. Tinha progredido na carreira, agora contratado da TV Record. Na década em que ficou afastado da O Dia foi mais um profissional a transitar pelos corredores do SGR. Da convivência com os ‘globais’ um bordão ‘colou’ em seu nome – ‘Que Isso Fera?’. Tino brilhou na 98 FM, líder no segmento nove anos seguidos, que virou Beat98, e faliu. Na matriz, na Glória, comandou o vespertino Vale-Tudo e, em temporada-relâmpago, o Alegria ao Meio-Dia.
VALÉRIA Marques – Está desde segunda-feira (9) substituindo Lica Oliveira nas edições vespertinas do Sentinelas da Tupi. Não é a primeira vez que apresenta o informativo. No último semestre de 2019 cobriu as férias do Rafael Souza que responde por aquele noticiário no período matinal. Titular do Samba Social Clube,há pouco mais de um ano, sábados à tarde, Valéria forma parceria com o Carlinhos de Jesus. Ela vem exercendo outra atividade na estação do imperial bairro de São Cristóvão – agente de promoções.
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AS FMs MAIS OUVIDAS
Saiu o último (recentíssimo) boletim do Kantar Ibope Média. Poucas alterações em comparação ao anterior. No Top 10 a Globo subiu do sétimo para o sexto lugar. Continuaram fora, a SulAmérica Paradiso e a CBN – aquela com perfil parcialmente modificado, esta primeira no país a adotar o modelo all news. Eis as colocações: 1º Melodia; 2° JB; 3° O Dia; 4° Tupi; 5° 93; 6° Globo; 7° Mix; 8° BandNews; 9° Cidade e, 10° Antena 1. À margem, em melhor posição a NovaBrasil, reativada no Rio há menos de um ano.
_______
OndaFinal.Com
/o Diferentemente das rádios esportivas cariocas ou com aquele setor no Rio, a 94 FM, que entrou no páreo em novembro, não escala mais os ‘pontas’ comuns. Essa medida vem sendo aplicada nos clássicos e, até nos jogos do Flamengo. A ‘rádio para compartilhar’ utiliza apenas um, que exerce a tarefa de dois.
CYRO Neves – Um dos destaques do jornalismo da Super Tupi, presença nas atrações matinais, Cyro está na emissora pela segunda vez. Como repórter também atuou na extinta Manchete (encerrou atividades em 2015), onde foi lançado na função de locutor esportivo. Integrou esse núcleo da Bradesco no Rio (também fechou, mas em 2017). Ele foi, ainda, narrador da BandNews, pertencente ao mesmo grupo de São Paulo. Cyro, um inquestionável valor de sua geração divide com a Renata Henrique, (produtora do Mário Belisário), a madrugada de sábado para domingo. A dupla apresenta o rodado musical Baú da Tupi, de meia-noite às 4h.
DÁUREA Gramático -- No Rio, Dáurea é apresentadora do Tarde Nacional, gerado de Brasília, que tem o Luciano Barroso na liderança. Ela já foi repórter. Nos gloriosos tempos da Globo, época dos ‘amarelinhos’. A carreira teve início em Um Novo Dia, (de 3h às 5h) com o Haroldo Júnior, Haroldinho e seu colaborador imediato, Hélio (Júnior, igualmente), um repórter cheio de bossa. Indicada para horários melhores, Dáurea projetou o seu nome, fruto de persistência e inerentes qualidades. Esteve uma temporada longe dos microfones e, quando voltou, o fez através da MEC AM, já incorporada à Empresa Brasil de Comunicação -- a EBC. Não lhe foi fácil alcançar a condição de apresentadora na outrora ‘maior emissora de rádio da América Latina'.
LUIZ FELIPE Mello – Componente da bancada de analistas do Clóvis Monteiro, estudioso de assuntos diversos, Luiz Felipe era repórter da Tupi num tempo anterior ao ‘Super’. Caiu nas graças do Anthony Garotinho (o Garotinho2), quando este assumiu o governo do Estado do Rio, passando a produzir o programa semanal em que ele prestava contas a seus eleitores. Acompanhou-o nas rádios – Manchete a principal delas --, depois de terminado o mandato. Política, tecnologia e economia são temas de que trata nos programas do Clóvis, Francisco Barbosa e Luiz Ribeiro.
MÁRIO Silva -- Já atuando na área esportiva, mas ainda fazendo matérias ‘da geral’ (inclusive na madrugada), Mário foi promovido no começo dos anos 80 a comentarista. Espécie de ‘móveis e utensílios’ da Nacional trabalhou com os principais narradores. De altura mediana e gordo ganhou da equipe como slogan, ‘o comentarista de peso’. Nos trabalhos ‘da geral’ preferia circular no seu velho Chevette em vez da viatura nova da rádio, uma Rural Wyllis, opção natural dos seus colegas – o Douglas Correa, por exemplo. Valendo-se do acervo da Mais querida’, produz e apresenta aos domingos Era Uma Vez no Futebol. Conta com a colaboração da jornalista e locutora Astrid Nick, uma das pioneiras mulheres do Brasil na reportagem do ramo.
TINO Júnior – Corria o ano 2000 quando Tino iniciava-se no rádio. Na FM O Dia, vinculada a conhecido jornal. Voltaria às origens dez anos depois. Tinha progredido na carreira, agora contratado da TV Record. Na década em que ficou afastado da O Dia foi mais um profissional a transitar pelos corredores do SGR. Da convivência com os ‘globais’ um bordão ‘colou’ em seu nome – ‘Que Isso Fera?’. Tino brilhou na 98 FM, líder no segmento nove anos seguidos, que virou Beat98, e faliu. Na matriz, na Glória, comandou o vespertino Vale-Tudo e, em temporada-relâmpago, o Alegria ao Meio-Dia.
VALÉRIA Marques – Está desde segunda-feira (9) substituindo Lica Oliveira nas edições vespertinas do Sentinelas da Tupi. Não é a primeira vez que apresenta o informativo. No último semestre de 2019 cobriu as férias do Rafael Souza que responde por aquele noticiário no período matinal. Titular do Samba Social Clube,há pouco mais de um ano, sábados à tarde, Valéria forma parceria com o Carlinhos de Jesus. Ela vem exercendo outra atividade na estação do imperial bairro de São Cristóvão – agente de promoções.
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AS FMs MAIS OUVIDAS
Saiu o último (recentíssimo) boletim do Kantar Ibope Média. Poucas alterações em comparação ao anterior. No Top 10 a Globo subiu do sétimo para o sexto lugar. Continuaram fora, a SulAmérica Paradiso e a CBN – aquela com perfil parcialmente modificado, esta primeira no país a adotar o modelo all news. Eis as colocações: 1º Melodia; 2° JB; 3° O Dia; 4° Tupi; 5° 93; 6° Globo; 7° Mix; 8° BandNews; 9° Cidade e, 10° Antena 1. À margem, em melhor posição a NovaBrasil, reativada no Rio há menos de um ano.
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OndaFinal.Com
/o Diferentemente das rádios esportivas cariocas ou com aquele setor no Rio, a 94 FM, que entrou no páreo em novembro, não escala mais os ‘pontas’ comuns. Essa medida vem sendo aplicada nos clássicos e, até nos jogos do Flamengo. A ‘rádio para compartilhar’ utiliza apenas um, que exerce a tarefa de dois.
sábado, 7 de março de 2020
Direto das Ondas
SEMPRE DEPOIS DO CARNAVAL
A folia de Momo passou. Viradouro campeã das escolas de samba, seu segundo título. É sempre assim. Depois do carnaval a vida volta à sua normalidade. O trabalho nas repartições, comércio, fábricas, indústrias, escolas, universidades, academias, creches...
{‘O Rio de Janeiro continua lindo/O Rio de Janeiro continua sendo/O Rio de Janeiro de Fevereiro a Março/Alô, alô Realengo/Aquele abraço/Alô torcida do Flamengo/Aquele abraço.’}
Intermediando a alegria de blocos e agremiações nas avenidas e bairros, chuvas pelo país, ameaças de doenças antigas (sarampo) e novas (coronavírus), recentes preocupações nossas, a Nação rubro-negra manteve-se imbatível na sequência de compromissos.
(...) { ‘Alô moça da favela/Aquele abraço/Todo mundo da Portela/Aquele abraço/Todo mês de Fevereiro/Aquele abraço/Alô Banda de Ipanema...’}
_______
MARAVILHOSA, AINDA
E, o trânsito? (*) Na cidade (maravilhosa) continua o mesmo – não vai mudar de repente, de um momento pra outro, num passe de mágica. Até quando o brasileiro que vive nas metrópoles perderá tanto tempo e dinheiro com as inadequadas condições? Sempre caótico, principalmente nas chamadas – e convencionais – horas do rush.
Na visão dos repórteres especializados, trânsito não sai de um único patamar – ‘o complicado’. Confuso, lento, ou congestionado e demais sinônimos não fazem parte do dicionário. Estejam via-helicóptero ou no estúdio da central de serviço apropriada, alegam, parece, que a audiência não assimilaria palavras além das em rotina usadas.
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PIONEIROS E OUTROS
(*) A cobertura do movimento nas ruas com o recurso de um helicóptero começou na década de 60 na extinta JB AM. Foram pioneiros Nicolau Maranini e Genilson Araújo, que migraria para o Sistema Globo de Rádio, com o fechamento daquela emissora em 1993. Ele trocou, há uns três anos a Rádio Globo pela TV da empresa.
Carlos Eduardo Cardoso, que sucedeu a Genilson, com expediente na JB FM, já atua na rádio há mais de uma década. No princípio, era do time de repórteres aéreos, optando pela cômoda atividade diante das câmeras da CET-Rtio. Não está sozinho, pois, também funcionam no mesmo sistema, o Anderson Ramos, Pablo Campos e o Emerson Rocha, profissionais que servem à SulAmérica Paradiso.
Dentro do slogan ‘Vê melhor, quem vê de cima’, estão os repórteres Leonardo Salles, Isabella Fraga e Marina Heizer, da Super Tupi. Igualmente Felipe Macon, que faz cobertura simultânea para a 94, BandNews e Melodia. As duas primeiras têm, ainda, Marcela Lemos (que passou pelo SGR). Já Samuel Correia cobre para a Nova Brasil e Globo, contando esta, também, com o apoio do Marcos Sardenderg.
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OndaFinal.Com Um
/o Locutores esportivos são chegados a estrelismos. Porque o Flamengo jogaria desfalcado de titulares com o Junior Barranquilla na Libertadores escalaram os seus imediatos.
OndaFinal.Com Dois
/o Aqui, exemplos anotados na quarta-feira (4)comprovam isso. O Dário de Paula transmitindo pela Super Tupi, e Bruno Cantarelli pela BandNews, segundo e terceiro na hierarquia.
OndaFinal.Com Três
/o Muito boa a participação de Nicolas Baccarin (um sonoplasta) como debatedor em a Turma do Rádio. Ancorado pelo Amaury Santos, de 8h às 9h, aos sábados na 94 FM (a Roquete).
OndaFinal.Com Quatro
/o Luiz Santoro valoriza a atração. Destoantes, todavia, o experimentado Coelho Lima (re)contando temas da Patrulha, e Sérgio Américo ‘esticando’ casos curiosos vivenciados no futebol.
A folia de Momo passou. Viradouro campeã das escolas de samba, seu segundo título. É sempre assim. Depois do carnaval a vida volta à sua normalidade. O trabalho nas repartições, comércio, fábricas, indústrias, escolas, universidades, academias, creches...
{‘O Rio de Janeiro continua lindo/O Rio de Janeiro continua sendo/O Rio de Janeiro de Fevereiro a Março/Alô, alô Realengo/Aquele abraço/Alô torcida do Flamengo/Aquele abraço.’}
Intermediando a alegria de blocos e agremiações nas avenidas e bairros, chuvas pelo país, ameaças de doenças antigas (sarampo) e novas (coronavírus), recentes preocupações nossas, a Nação rubro-negra manteve-se imbatível na sequência de compromissos.
(...) { ‘Alô moça da favela/Aquele abraço/Todo mundo da Portela/Aquele abraço/Todo mês de Fevereiro/Aquele abraço/Alô Banda de Ipanema...’}
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MARAVILHOSA, AINDA
E, o trânsito? (*) Na cidade (maravilhosa) continua o mesmo – não vai mudar de repente, de um momento pra outro, num passe de mágica. Até quando o brasileiro que vive nas metrópoles perderá tanto tempo e dinheiro com as inadequadas condições? Sempre caótico, principalmente nas chamadas – e convencionais – horas do rush.
Na visão dos repórteres especializados, trânsito não sai de um único patamar – ‘o complicado’. Confuso, lento, ou congestionado e demais sinônimos não fazem parte do dicionário. Estejam via-helicóptero ou no estúdio da central de serviço apropriada, alegam, parece, que a audiência não assimilaria palavras além das em rotina usadas.
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PIONEIROS E OUTROS
(*) A cobertura do movimento nas ruas com o recurso de um helicóptero começou na década de 60 na extinta JB AM. Foram pioneiros Nicolau Maranini e Genilson Araújo, que migraria para o Sistema Globo de Rádio, com o fechamento daquela emissora em 1993. Ele trocou, há uns três anos a Rádio Globo pela TV da empresa.
Carlos Eduardo Cardoso, que sucedeu a Genilson, com expediente na JB FM, já atua na rádio há mais de uma década. No princípio, era do time de repórteres aéreos, optando pela cômoda atividade diante das câmeras da CET-Rtio. Não está sozinho, pois, também funcionam no mesmo sistema, o Anderson Ramos, Pablo Campos e o Emerson Rocha, profissionais que servem à SulAmérica Paradiso.
Dentro do slogan ‘Vê melhor, quem vê de cima’, estão os repórteres Leonardo Salles, Isabella Fraga e Marina Heizer, da Super Tupi. Igualmente Felipe Macon, que faz cobertura simultânea para a 94, BandNews e Melodia. As duas primeiras têm, ainda, Marcela Lemos (que passou pelo SGR). Já Samuel Correia cobre para a Nova Brasil e Globo, contando esta, também, com o apoio do Marcos Sardenderg.
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OndaFinal.Com Um
/o Locutores esportivos são chegados a estrelismos. Porque o Flamengo jogaria desfalcado de titulares com o Junior Barranquilla na Libertadores escalaram os seus imediatos.
OndaFinal.Com Dois
/o Aqui, exemplos anotados na quarta-feira (4)comprovam isso. O Dário de Paula transmitindo pela Super Tupi, e Bruno Cantarelli pela BandNews, segundo e terceiro na hierarquia.
OndaFinal.Com Três
/o Muito boa a participação de Nicolas Baccarin (um sonoplasta) como debatedor em a Turma do Rádio. Ancorado pelo Amaury Santos, de 8h às 9h, aos sábados na 94 FM (a Roquete).
OndaFinal.Com Quatro
/o Luiz Santoro valoriza a atração. Destoantes, todavia, o experimentado Coelho Lima (re)contando temas da Patrulha, e Sérgio Américo ‘esticando’ casos curiosos vivenciados no futebol.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
Direto das Ondas/Carnaval
VIRADOURO (DE ALMA LAVADA) É CAMPEÃ
A Unidos de Viradouro foi a campeã dos desfiles de carnaval da série Especial 2020 na Marquês de Sapucaí, com o samba-enredo De Alma Lavada, dos carnavalescos Marcus Ferreira e Tarciso Zanon. É o segundo titulo da agremiação de Niterói – o primeiro conquistado em 1997.
Grande Rio foi a vice-campeão, ficando a Mocidade em 3º ,Beija-Flor em 4º, Salgueiro em 5º e Mangueira em 6º. Vão desfilar neste sábado no Sambódromo. União da Ilha e Estácio de Sá foram rebaixadas. Imperatriz Leopoldinense, vencedora da série A, volta a Especial em 2021.
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GANHADEIRAS E ETC
A escola de Niterói contou em seu enredo a história das Ganhadeiras de Itapuã. Escravas que, no século 19, realizavam atividades remuneradas e, lavando roupa à beira da Lagoa de Abaeté, ou vendendo quitutes, juntavam dinheiro para alforriar suas companheiras. Exaltou, influenciada pelo universo da moda, a força das mulheres negras.
O enredo das demais foram com estes temas: da Grande Rio, Tatálondirá, o Canto do Caboclo no Quilombo de Caxias; da Mocidade, Elsa Deusa Soares; Beija-Flor, Se Essa Rua Fosse Minha; Salgueiro, O Rio Negro no Picadeiro; e, Mangueira, A Verdade Vos Fará Livre.
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E... VIVA O RÁDIO
Ao contrário da televisão, o rádio não edita seus trabalhos na transmissão dos desfiles das escolas de samba. Participaram da festa de carnaval na cobertura das séries A e Especial, a Super Tupi, 94 FM, CBN e BandNews, mobilizando narradores, comentaristas e repórteres.
Luiz Ribeiro, Luiz Fernando Reis e Marcus Vinícius pela Tupi. A 94 com Robson Aldir, Miro Ribeiro, Sérgio Professor, Marcelo Pacífico e Paulo Coutinho. CBN com Frederico Goulart, André Motta e Natália Furtado. BandNews com Marcus Lacerda, Bruno Filippo, Daniela Dias, entre outros.
Autodenominada ‘a escola do samba’, presente em todos os desfiles da Sapucaí, a Nacional, em franca fase de desmonte, ficou ausente este ano. Mais estranho aconteceu com a Mania, das consideradas de pequeno investimento. Cobriu os desfiles, mas ausentou-se da apuração. Seus locutores, no entanto,insistem em chamar a rádio de ‘a melhor do Brasil’.
A Unidos de Viradouro foi a campeã dos desfiles de carnaval da série Especial 2020 na Marquês de Sapucaí, com o samba-enredo De Alma Lavada, dos carnavalescos Marcus Ferreira e Tarciso Zanon. É o segundo titulo da agremiação de Niterói – o primeiro conquistado em 1997.
Grande Rio foi a vice-campeão, ficando a Mocidade em 3º ,Beija-Flor em 4º, Salgueiro em 5º e Mangueira em 6º. Vão desfilar neste sábado no Sambódromo. União da Ilha e Estácio de Sá foram rebaixadas. Imperatriz Leopoldinense, vencedora da série A, volta a Especial em 2021.
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GANHADEIRAS E ETC
A escola de Niterói contou em seu enredo a história das Ganhadeiras de Itapuã. Escravas que, no século 19, realizavam atividades remuneradas e, lavando roupa à beira da Lagoa de Abaeté, ou vendendo quitutes, juntavam dinheiro para alforriar suas companheiras. Exaltou, influenciada pelo universo da moda, a força das mulheres negras.
O enredo das demais foram com estes temas: da Grande Rio, Tatálondirá, o Canto do Caboclo no Quilombo de Caxias; da Mocidade, Elsa Deusa Soares; Beija-Flor, Se Essa Rua Fosse Minha; Salgueiro, O Rio Negro no Picadeiro; e, Mangueira, A Verdade Vos Fará Livre.
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E... VIVA O RÁDIO
Ao contrário da televisão, o rádio não edita seus trabalhos na transmissão dos desfiles das escolas de samba. Participaram da festa de carnaval na cobertura das séries A e Especial, a Super Tupi, 94 FM, CBN e BandNews, mobilizando narradores, comentaristas e repórteres.
Luiz Ribeiro, Luiz Fernando Reis e Marcus Vinícius pela Tupi. A 94 com Robson Aldir, Miro Ribeiro, Sérgio Professor, Marcelo Pacífico e Paulo Coutinho. CBN com Frederico Goulart, André Motta e Natália Furtado. BandNews com Marcus Lacerda, Bruno Filippo, Daniela Dias, entre outros.
Autodenominada ‘a escola do samba’, presente em todos os desfiles da Sapucaí, a Nacional, em franca fase de desmonte, ficou ausente este ano. Mais estranho aconteceu com a Mania, das consideradas de pequeno investimento. Cobriu os desfiles, mas ausentou-se da apuração. Seus locutores, no entanto,insistem em chamar a rádio de ‘a melhor do Brasil’.
sábado, 22 de fevereiro de 2020
Direto das Ondas
ABCEDÁRIO DE NOTÍCIAS III
BIANCA Santos. Apresentadora do atual CBN Rio, de 10h ao meio-dia, foi repórter da Super Tupi nos anos 90. Não se fixaria por muito tempo na casa do Condomínio Associado. Transferiu-se para o Sistema Globo e, tal como outras profissionais desdobrava-se cobrindo pautas para as emissoras do grupo – no jargão popular, matriz e filial, isto é, Globo e CBN. O programa em questão existe desde que a rádio homônima surgiu. Bianca é a sétima titular dele, no qual o mais longevo foi o Sidney Rezende, um dos fundadores da estação.
CIDINHA Campos. Nem parece que ela ficou vinte anos ausente do rádio. O seu programa, com apenas uma hora, depois da Patrulha, pouca coisa mudou. Mantém a mesma estrutura de épocas anteriores, duas temporadas na própria Tupi, então na Rua do Livramento, e igualmente duas na Manchete, uma delas na Rua da Assembleia. Hoje, ao quadro de críticas à televisão (leia-se Rede Globo), junta-se um de rotinas da cidade, Eu Juro que Vi, e outro, Zapeando, que se resume aos ouvintes-fãs manifestando o agrado por tê-la no dia a dia.
CIRILO Reis. Dos 43 anos em que trabalha na Rádio Nacional, importante emissora da EBC no Rio, 40 ele comanda o Musishow, de que é produtor, cuja finalidade consiste em recordar sucessos das décadas de 60, 70, 80, 90. O programa dava preferência aos hits da Jovem Guarda, mas com o tempo, generalizou, investindo nos temas românticos, para uns, e brega, para outros. Voz privilegiada, Cirilo foi, além de outras atrações, escalado por muitos anos como locutor oficial da rádio, encarregado das gravações de vinhetas e chamadas. O Musishow vai ao ar de segunda a sexta às 22 horas. Sábados, às 21h.
ELISÂNGELA Salaroli, que já foi repórter da Tupi, Globo e Manchete, é hoje bem-sucedida apresentadora de um matinal programa na 93 FM, emissora gospel no Rio, com estúdios no imperial bairro de São Cristóvão. Das 8h às 9h, diariamente, o cartaz tem a denominação de Café com Crente. Quando repórter da emissora dos Marinho, Elisângela brilhava, especialmente nas coberturas públicas, no horário do Manhã da Globo, sob o comando de Roberto Canázio. O tempo passa... o tempo voa, dizia um conhecido comercial. Os melhores, então...
FRANCISCO Barbosa, que dá nome a um programa diário na Super Tupi, está na emissora há 13 anos, pois, integrou-se à casa em outubro de 2006. Ele, que conduzia três horas na rádio, perdera espaço com a reformulação da grade, que reservara para diversos apresentadores atrações de somente uma hora. O Super Debate não está sozinho, portanto. Provavelmente é uma tática da direção. Antes da Tupi, Barbosa emendou 15 anos direto na Globo. Esteve, ainda, na Carioca, (que passou a ser chamada Sucesso), Tropical Solimões e MEC AM.
JORGE Baccarin. A madrugada não é mistério para ele. Depois de uma forçada ausência – inativo com o fechamento da Manchete – reapareceu na Fluminense, em Niterói (nova fase,comando idem).E, agora, na 94 FM. Na madrugada, ora pois, pois. De meia-noite às três. Baccarin tem um longo currículo por emissoras de pequeno investimento. Capital, Carioca, Rio 1440, e a (outrora) famosa Nacional, onde começou em 1961, ou seja, há 58 anos. Já que não falamos na cidade natal de ninguém, vamos a dele – Rancharia, interior de São Paulo.
WILLIAM Travassos. A exemplo de Cidinha também ficou longo tempo afastado. Foi fazer televisão em Sampa. Na Record, com um informativo sobre acontecimentos regionais, pelas manhãs. Sua ultima emissora no Rio foi a Manchete, com atuação em horário vespertino. Na volta ao convívio com os cariocas, William restabeleceu os debates diários no rádio, projetados na Globo pelo saudoso Haroldo de Andrade e profusamente seguido por profissionais de outros prefixos, inclusive os esportivos dominicais. O Conexão RJ do William na 94 ganhou mais tempo. Era das 9h às 11h, e foi esticado até ao meio-dia.
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OndaFinal.Com Um
/o No Mundo Corporativo, sábado (22), o ancora Milton Jung entrevistou o escritor Luiz Gaziri, autor do livro A Ciência da Felicidade. O quadro, das 8h às 9h, integra o Jornal da CBN 1ª Edição, com Cássia Godoy, gerado de São Paulo para emissoras afiliadas.
OndaFinal.Com Dois
/o O jornalista Eugênio Leal, que por mais de dez anos coordenou a cobertura de carnaval no Rio para a Super Tupi, fora suas atividades na equipe esportiva, está como colaborador especial da Rádio Mania FM (91,1). Analisava, na sexta (21), os desfiles da Série A.
BIANCA Santos. Apresentadora do atual CBN Rio, de 10h ao meio-dia, foi repórter da Super Tupi nos anos 90. Não se fixaria por muito tempo na casa do Condomínio Associado. Transferiu-se para o Sistema Globo e, tal como outras profissionais desdobrava-se cobrindo pautas para as emissoras do grupo – no jargão popular, matriz e filial, isto é, Globo e CBN. O programa em questão existe desde que a rádio homônima surgiu. Bianca é a sétima titular dele, no qual o mais longevo foi o Sidney Rezende, um dos fundadores da estação.
CIDINHA Campos. Nem parece que ela ficou vinte anos ausente do rádio. O seu programa, com apenas uma hora, depois da Patrulha, pouca coisa mudou. Mantém a mesma estrutura de épocas anteriores, duas temporadas na própria Tupi, então na Rua do Livramento, e igualmente duas na Manchete, uma delas na Rua da Assembleia. Hoje, ao quadro de críticas à televisão (leia-se Rede Globo), junta-se um de rotinas da cidade, Eu Juro que Vi, e outro, Zapeando, que se resume aos ouvintes-fãs manifestando o agrado por tê-la no dia a dia.
CIRILO Reis. Dos 43 anos em que trabalha na Rádio Nacional, importante emissora da EBC no Rio, 40 ele comanda o Musishow, de que é produtor, cuja finalidade consiste em recordar sucessos das décadas de 60, 70, 80, 90. O programa dava preferência aos hits da Jovem Guarda, mas com o tempo, generalizou, investindo nos temas românticos, para uns, e brega, para outros. Voz privilegiada, Cirilo foi, além de outras atrações, escalado por muitos anos como locutor oficial da rádio, encarregado das gravações de vinhetas e chamadas. O Musishow vai ao ar de segunda a sexta às 22 horas. Sábados, às 21h.
ELISÂNGELA Salaroli, que já foi repórter da Tupi, Globo e Manchete, é hoje bem-sucedida apresentadora de um matinal programa na 93 FM, emissora gospel no Rio, com estúdios no imperial bairro de São Cristóvão. Das 8h às 9h, diariamente, o cartaz tem a denominação de Café com Crente. Quando repórter da emissora dos Marinho, Elisângela brilhava, especialmente nas coberturas públicas, no horário do Manhã da Globo, sob o comando de Roberto Canázio. O tempo passa... o tempo voa, dizia um conhecido comercial. Os melhores, então...
FRANCISCO Barbosa, que dá nome a um programa diário na Super Tupi, está na emissora há 13 anos, pois, integrou-se à casa em outubro de 2006. Ele, que conduzia três horas na rádio, perdera espaço com a reformulação da grade, que reservara para diversos apresentadores atrações de somente uma hora. O Super Debate não está sozinho, portanto. Provavelmente é uma tática da direção. Antes da Tupi, Barbosa emendou 15 anos direto na Globo. Esteve, ainda, na Carioca, (que passou a ser chamada Sucesso), Tropical Solimões e MEC AM.
JORGE Baccarin. A madrugada não é mistério para ele. Depois de uma forçada ausência – inativo com o fechamento da Manchete – reapareceu na Fluminense, em Niterói (nova fase,comando idem).E, agora, na 94 FM. Na madrugada, ora pois, pois. De meia-noite às três. Baccarin tem um longo currículo por emissoras de pequeno investimento. Capital, Carioca, Rio 1440, e a (outrora) famosa Nacional, onde começou em 1961, ou seja, há 58 anos. Já que não falamos na cidade natal de ninguém, vamos a dele – Rancharia, interior de São Paulo.
WILLIAM Travassos. A exemplo de Cidinha também ficou longo tempo afastado. Foi fazer televisão em Sampa. Na Record, com um informativo sobre acontecimentos regionais, pelas manhãs. Sua ultima emissora no Rio foi a Manchete, com atuação em horário vespertino. Na volta ao convívio com os cariocas, William restabeleceu os debates diários no rádio, projetados na Globo pelo saudoso Haroldo de Andrade e profusamente seguido por profissionais de outros prefixos, inclusive os esportivos dominicais. O Conexão RJ do William na 94 ganhou mais tempo. Era das 9h às 11h, e foi esticado até ao meio-dia.
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OndaFinal.Com Um
/o No Mundo Corporativo, sábado (22), o ancora Milton Jung entrevistou o escritor Luiz Gaziri, autor do livro A Ciência da Felicidade. O quadro, das 8h às 9h, integra o Jornal da CBN 1ª Edição, com Cássia Godoy, gerado de São Paulo para emissoras afiliadas.
OndaFinal.Com Dois
/o O jornalista Eugênio Leal, que por mais de dez anos coordenou a cobertura de carnaval no Rio para a Super Tupi, fora suas atividades na equipe esportiva, está como colaborador especial da Rádio Mania FM (91,1). Analisava, na sexta (21), os desfiles da Série A.
sábado, 15 de fevereiro de 2020
Direto das Ondas
MAZELLA TROCA NACIONAL PELA 94
Vinte e um anos depois de liderar uma equipe na Roquete Pinto (94,1 FM), Ricardo Mazella voltou à estatal, onde vinha, interinamente, dividindo com Luiz Carlos Silva o comando esportivo. Ele deixou a Nacional em que atuava há, pelo menos, uma década e meia. A estreia oficial foi no domingo (9), em que o Fluminense derrotou o Botafogo por 3 a 0 com 14 mil torcedores no Maracanã.
Segundo na rádio da EBC, o locutor e publicitário Ricardo Mazella começou como repórter na TV Tupi, exercendo a mesma atividade na Rádio Globo, anos 60/70. Teve passagens pelas rádios Capital, Tamoio e Manchete, atuando simultaneamente na TV Brasil e na Flu/TV. (O titular Carlos Borges demitiu-se tão logo a nova direção da 94 FM decidiu reativar as transmissões do futebol).
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AGITAÇÃO NO MERCADO
O rádio esportivo anda bastante movimentado nesses últimos dias. De um lado a 94 FM com a dupla Lula/ Mazella, de outro a BandNews, chefiada por Edilson Silva no Rio. Além do Carlos Borges, com mais de vinte anos de carreira, a estação do governo estadual reuniu veteranos e novatos em disposição, casos do Sérgio Américo, Rogério Ribeiro, Cláudio Afonso e Fred Soares.
Depois de levar para suas hostes o Bruno Cantarelli, mais recente revelação de narrador – destacava-se na Transamérica – a BandNews acenou para o experimentado Jota Santiago, que era, na hierarquia, o imediato do José Carlos Araújo nos jogos da Super Tupi, hoje ostentando, com grande folga, a liderança no segmento. Aparentemente, Jota foi assumir a vaga deixada pelo Evaldo José.
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UMA VOZ DO INTERIOR
Tão rápido quanto pensamento de astronauta, a Super Tupi contratou (e fez estrear) o narrador Dário de Paula, profissional radicado em Volta Redonda, dono de um diuturno programa de variedades. Dário entrou no lugar do Jota Santiago, que se desligou há aproximadamente um mês. Ele transmitiu na quarta-feira (12), Altos do Piauí e Vasco da Gama, em Teresina, pela Copa do Brasil.
O time da Colina classificou-se para a 2ª fase, pois a partida terminou empatada em 1 a 1 – enfrentará o ABC de Rio Branco, em São Januário. Dário de Paula, uma voz consagrada no interior fluminense, cognominado ‘Peito de Aço’, trabalhou no Rio em anos passados, com atuações na própria Tupi e Rádio Nacional. Pelo rádio, o seu jogo de estreia só foi ouvido a partir do 2º tempo.
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R a r e f e i t a s
/o Do Garotinho Zé Carlos, no Fla-Flu, quarta-feira passada, naquelas saudações a celebridades e clientes: ‘O Flamengo do João Nogueira...’ (1941-2000). Com certeza, referia-se ao filho dele, Diogo.
/o Depois de ‘encher a bola’ do time – ‘Tá jogando de montão’ – o comentarista Dé, o Aranha, afirmou no 2º tempo, que os zagueiros Gustavo Henrique e Leo Pereira ‘batiam cabeça’, faziam ‘lambança’.
/o No intervalo da BandNews, Ronaldo Castro dizia que dois a zero foi pouco. Assinalava que, ‘o Flamengo hoje joga com qualquer time do mundo’. A seu lado, o ex-lateral Athirson estreava no melhor estilo.
/o Com o impedimento do André Luiz Mendes e, em franco desmonte de valores (perdeu três recentemente), a Nacional improvisava um narrador no clássico. Era o Felipe Rangel, ainda inexperiente na função.
/o Agora no Rio, 22 horas’, assegurava Dário de Paula, no transcurso de Altos do Piauí e Vasco da Gama, visto pela televisão nas redações e nos lares. ‘Em Teresina, são...’ ele se corrigia em tempo.
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OndaFinal.Com
Quinta última (13) foi o Dia Mundial do Rádio. Ele teria ‘morrido’ para um público, mas ‘ressuscitou’ algumas vezes. Após a chegada e avanço tecnológico da televisão, desenvolvimento da internet, ‘epidemia’ das redes sociais.
Vinte e um anos depois de liderar uma equipe na Roquete Pinto (94,1 FM), Ricardo Mazella voltou à estatal, onde vinha, interinamente, dividindo com Luiz Carlos Silva o comando esportivo. Ele deixou a Nacional em que atuava há, pelo menos, uma década e meia. A estreia oficial foi no domingo (9), em que o Fluminense derrotou o Botafogo por 3 a 0 com 14 mil torcedores no Maracanã.
Segundo na rádio da EBC, o locutor e publicitário Ricardo Mazella começou como repórter na TV Tupi, exercendo a mesma atividade na Rádio Globo, anos 60/70. Teve passagens pelas rádios Capital, Tamoio e Manchete, atuando simultaneamente na TV Brasil e na Flu/TV. (O titular Carlos Borges demitiu-se tão logo a nova direção da 94 FM decidiu reativar as transmissões do futebol).
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AGITAÇÃO NO MERCADO
O rádio esportivo anda bastante movimentado nesses últimos dias. De um lado a 94 FM com a dupla Lula/ Mazella, de outro a BandNews, chefiada por Edilson Silva no Rio. Além do Carlos Borges, com mais de vinte anos de carreira, a estação do governo estadual reuniu veteranos e novatos em disposição, casos do Sérgio Américo, Rogério Ribeiro, Cláudio Afonso e Fred Soares.
Depois de levar para suas hostes o Bruno Cantarelli, mais recente revelação de narrador – destacava-se na Transamérica – a BandNews acenou para o experimentado Jota Santiago, que era, na hierarquia, o imediato do José Carlos Araújo nos jogos da Super Tupi, hoje ostentando, com grande folga, a liderança no segmento. Aparentemente, Jota foi assumir a vaga deixada pelo Evaldo José.
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UMA VOZ DO INTERIOR
Tão rápido quanto pensamento de astronauta, a Super Tupi contratou (e fez estrear) o narrador Dário de Paula, profissional radicado em Volta Redonda, dono de um diuturno programa de variedades. Dário entrou no lugar do Jota Santiago, que se desligou há aproximadamente um mês. Ele transmitiu na quarta-feira (12), Altos do Piauí e Vasco da Gama, em Teresina, pela Copa do Brasil.
O time da Colina classificou-se para a 2ª fase, pois a partida terminou empatada em 1 a 1 – enfrentará o ABC de Rio Branco, em São Januário. Dário de Paula, uma voz consagrada no interior fluminense, cognominado ‘Peito de Aço’, trabalhou no Rio em anos passados, com atuações na própria Tupi e Rádio Nacional. Pelo rádio, o seu jogo de estreia só foi ouvido a partir do 2º tempo.
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R a r e f e i t a s
/o Do Garotinho Zé Carlos, no Fla-Flu, quarta-feira passada, naquelas saudações a celebridades e clientes: ‘O Flamengo do João Nogueira...’ (1941-2000). Com certeza, referia-se ao filho dele, Diogo.
/o Depois de ‘encher a bola’ do time – ‘Tá jogando de montão’ – o comentarista Dé, o Aranha, afirmou no 2º tempo, que os zagueiros Gustavo Henrique e Leo Pereira ‘batiam cabeça’, faziam ‘lambança’.
/o No intervalo da BandNews, Ronaldo Castro dizia que dois a zero foi pouco. Assinalava que, ‘o Flamengo hoje joga com qualquer time do mundo’. A seu lado, o ex-lateral Athirson estreava no melhor estilo.
/o Com o impedimento do André Luiz Mendes e, em franco desmonte de valores (perdeu três recentemente), a Nacional improvisava um narrador no clássico. Era o Felipe Rangel, ainda inexperiente na função.
/o Agora no Rio, 22 horas’, assegurava Dário de Paula, no transcurso de Altos do Piauí e Vasco da Gama, visto pela televisão nas redações e nos lares. ‘Em Teresina, são...’ ele se corrigia em tempo.
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OndaFinal.Com
Quinta última (13) foi o Dia Mundial do Rádio. Ele teria ‘morrido’ para um público, mas ‘ressuscitou’ algumas vezes. Após a chegada e avanço tecnológico da televisão, desenvolvimento da internet, ‘epidemia’ das redes sociais.
sábado, 8 de fevereiro de 2020
Direto das Ondas
ABCEDÁRIO DE NOTÍCIAS II
AMAURY SANTOS*, um dos fundadores da Fluminense, ‘A Maldita’ é atualmente o âncora de a Turma do Rádio, aos sábados às 7h das manhãs na 94 FM. Conta com as participações de Coelho Lima, Jimi Raw, Ricardo Alexandre e Sérgio Américo, direção do Francisco Barbosa. Em sua carreira iniciada na década de 80 passou pelas principais emissoras cariocas, algumas de pequeno investimento.
CLÓVIS Monteiro, ‘a grande voz do meu Rio de Janeiro’, de acordo com o slogan, teve passagem pela televisão. Na Super Tupi completou vinte e três anos em 2019. Motivador do otimismo, propagandeia uma audiência gigante no horário matinal, apregoando a ideologia dos três ‘S’ – saúde, sorte e sucesso.
CADU de Freitas, jornalista e apresentador ancorava não faz muito tempo o Bate-Papo.Com na MEC AM, que caiu com alterações na grade no limiar do ano passado. Hoje ele é um dos componentes do Conexão RJ que William Travassos comanda de 9h às 11h na 94 FM, onde se discute os destaques do dia.
GARCIA Duarte, titular do programa número dois da madrugada na Super Tupi (de 2h às 4h) participa de segunda a sexta como coadjuvante do Patrulha da Cidade, um dos mais antigos do país. Aos sábados o espaço é todo dele (com os atores, evidentemente). O condutor Mário Belisário tira folga na ocasião.
JOSÉ CARLOS Araújo (‘Sou eu!’) não vai se afastar do rádio este ano, conforme se chegou a anunciar. Ele segue narrando os jogos do Flamengo, ainda mais agora que o time, supervalorizado, ‘brigou’ com a televisão, reivindicando cifras mais altas. Com isso, os índices das emissoras deram considerável subida.
LUIZ Penido, (‘O Garotão da galera’) em consequência, teve adiada sua mudança para a estação do Condomínio Associado, pois, segundo especulações, tal se consumaria caso ocorresse a ausência do chamado ‘Fenômeno’. Até o meio do ano, pelo menos, o esporte na Globo será mantido em linha dupla.
ROBERTO Nonato, apresentador do Jornal da CBN 2ª Edição, nos fins de tarde (em rede nacional transmitido de São Paulo) é um remanescente da pioneira do modelo all news -- notícias em tempo integral -- criada pelo SGR em outubro de 1991. Ele figura entre os raros nessa condição no prefixo.
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UM POUCO DE HISTÓRIA
• Além do Amaury Santos foram fundadores da Fluminense FM, ‘A Maldita’, Luiz Antônio Mello e Sérgio Vasconcellos. Eram jovens cheios de planos, na faixa dos 26/27 de idade. A rádio foi uma grande curtição para a juventude apreciadora do rock, enquanto durou -- ou seja, de 1982 a 1994. Ela inovava. Admitia mediante treinamento para locução, somente vozes femininas. Com uma exigência: que falassem inglês. BandNews em 2005, trocaria nas quatro décadas seguintes a freqüência de 94,9 pela de 90,3 que pertencera à MPB, extinta em 2019.
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OndaFinal.Com Um
DÉ, o Aranha, comentarista desligado recentemente do SGR (Globo/CBN) acertou o seu ingresso na Super Rádio Tupi.
OndaFinal.Com Dois
ROBSON Aldir,repórter que passou pelas empresas mencionadas e a web SRZD fechou com a 94 FM para atuar no carnaval.
AMAURY SANTOS*, um dos fundadores da Fluminense, ‘A Maldita’ é atualmente o âncora de a Turma do Rádio, aos sábados às 7h das manhãs na 94 FM. Conta com as participações de Coelho Lima, Jimi Raw, Ricardo Alexandre e Sérgio Américo, direção do Francisco Barbosa. Em sua carreira iniciada na década de 80 passou pelas principais emissoras cariocas, algumas de pequeno investimento.
CLÓVIS Monteiro, ‘a grande voz do meu Rio de Janeiro’, de acordo com o slogan, teve passagem pela televisão. Na Super Tupi completou vinte e três anos em 2019. Motivador do otimismo, propagandeia uma audiência gigante no horário matinal, apregoando a ideologia dos três ‘S’ – saúde, sorte e sucesso.
CADU de Freitas, jornalista e apresentador ancorava não faz muito tempo o Bate-Papo.Com na MEC AM, que caiu com alterações na grade no limiar do ano passado. Hoje ele é um dos componentes do Conexão RJ que William Travassos comanda de 9h às 11h na 94 FM, onde se discute os destaques do dia.
GARCIA Duarte, titular do programa número dois da madrugada na Super Tupi (de 2h às 4h) participa de segunda a sexta como coadjuvante do Patrulha da Cidade, um dos mais antigos do país. Aos sábados o espaço é todo dele (com os atores, evidentemente). O condutor Mário Belisário tira folga na ocasião.
JOSÉ CARLOS Araújo (‘Sou eu!’) não vai se afastar do rádio este ano, conforme se chegou a anunciar. Ele segue narrando os jogos do Flamengo, ainda mais agora que o time, supervalorizado, ‘brigou’ com a televisão, reivindicando cifras mais altas. Com isso, os índices das emissoras deram considerável subida.
LUIZ Penido, (‘O Garotão da galera’) em consequência, teve adiada sua mudança para a estação do Condomínio Associado, pois, segundo especulações, tal se consumaria caso ocorresse a ausência do chamado ‘Fenômeno’. Até o meio do ano, pelo menos, o esporte na Globo será mantido em linha dupla.
ROBERTO Nonato, apresentador do Jornal da CBN 2ª Edição, nos fins de tarde (em rede nacional transmitido de São Paulo) é um remanescente da pioneira do modelo all news -- notícias em tempo integral -- criada pelo SGR em outubro de 1991. Ele figura entre os raros nessa condição no prefixo.
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UM POUCO DE HISTÓRIA
• Além do Amaury Santos foram fundadores da Fluminense FM, ‘A Maldita’, Luiz Antônio Mello e Sérgio Vasconcellos. Eram jovens cheios de planos, na faixa dos 26/27 de idade. A rádio foi uma grande curtição para a juventude apreciadora do rock, enquanto durou -- ou seja, de 1982 a 1994. Ela inovava. Admitia mediante treinamento para locução, somente vozes femininas. Com uma exigência: que falassem inglês. BandNews em 2005, trocaria nas quatro décadas seguintes a freqüência de 94,9 pela de 90,3 que pertencera à MPB, extinta em 2019.
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OndaFinal.Com Um
DÉ, o Aranha, comentarista desligado recentemente do SGR (Globo/CBN) acertou o seu ingresso na Super Rádio Tupi.
OndaFinal.Com Dois
ROBSON Aldir,repórter que passou pelas empresas mencionadas e a web SRZD fechou com a 94 FM para atuar no carnaval.
sábado, 1 de fevereiro de 2020
Direto das Ondas
A VERBALIZAÇÃO DO CACOETE
Curioso (e, talvez até estranho). A expressão ‘de qualquer maneira’ é uma das que mais fazem parte do repertório dos locutores esportivos em atividades nas emissoras cariocas. (Agravante). Alguns dos auxiliares deles, incrivelmente, navegam ‘na maré’.
Você que nos segue sabe quantas estações cobrem o futebol na outrora Cidade Maravilhosa, e quantos profissionais transmitem jogos, numa proporção de três a seis por semana? Contando-se com uma vinculada, são nada menos que cinco rádios FMs e duas AMs.
Pois, é. O ‘de qualquer maneira’, de hoje, bate fácil ao ‘nesta altura dos acontecimentos’, de ontem – ou seja – um termo já faz tempo deixado no ‘escaninho’ do esquecimento. Assim como o ‘é isso aí’, agregado ao anúncio de tradicional refrigerante.
‘Coisa de maluco’ – outra de que os bravos narradores (e repórteres), aposentaram para bem do idioma. E, quando transmitindo fora da sede, sonoramente dizer: ‘Falamos desde...’ É para profissionais antenados o expressar-se com a linguagem do povo.
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MIRANDO NOS JOVENS
Bruno Cantarelli, da última safra de novatos, estreou quarta-feira (22) na BandNews, jogo do Flamengo e Vasco pelo Campeonato Carioca. Outras estreias na equipe liderada por Edilson Silva foram Carla Matera (recentemente integrada à 94 FM) e o Rui Fernando, que estava há bastante tempo prestando serviços a Rádio Nacional.
Companheiro do Cantarelli, outro Bruno (o Azevedo) foi requisitado pouco depois pelo ‘capitão’ Edilson, sendo os dois provenientes da Transamérica , que parou com o futebol. Pergunta que não quer silenciar: e o que foi feito do Evaldo José (narrador), Antônio Carlos Duarte (repórter e comentarista) e, do versátil Felipe Santos?
_______
NOVE EM CADA DEZ
Diferentemente do ‘este programa começa agora’, a expressão ‘de qualquer maneira’, tão repetida por locutores esportivos (nove em dez, acreditamos), há muito se tornou um cacoete verbal. Não é, todavia, uma particularidade deles. Tem apresentadores que diuturnamente se utilizam do recurso, pontificando o polêmico Roberto Canázio.
Quase empatando com este, há o desempenho de um Antônio Carlos, seguido pelo William Travassos. E, paralelamente ao ‘de qualquer maneira’, eles (talvez sem perceberem – a fala no veículo exige rapidez –) ‘tropeçam’ num outro termo dito inevitavelmente tão logo o repórter complete sua participação: ‘Obrigado pelas informações’.
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R a r e f e i t a s
/o Parceiro do Luiz Carlos Silva no comando do esporte da 94 FM (Roquete Pinto), Ricardo Mazzella não abriu mão da Nacional, onde é o segundo narrador.
/o Não só a Carla Matera se desligou da emissora estatal optando pelo futebol da BandNews. Alguém saberia nos dizer qual o destino do Cassiano Carvalho?
/o ‘Os campeonatos estaduais são bons, péssimo é o calendário’. Publicado pelo colunista e comentarista Washington Rodrigues, que encurtou suas férias.
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OndaFinal.Com
Jota Santiago trocou a Super Rádio Tupi pela BandNews. A emissora está anunciando sua estreia para segunda-feira (3) no jogo do Flamengo e Resende.
Curioso (e, talvez até estranho). A expressão ‘de qualquer maneira’ é uma das que mais fazem parte do repertório dos locutores esportivos em atividades nas emissoras cariocas. (Agravante). Alguns dos auxiliares deles, incrivelmente, navegam ‘na maré’.
Você que nos segue sabe quantas estações cobrem o futebol na outrora Cidade Maravilhosa, e quantos profissionais transmitem jogos, numa proporção de três a seis por semana? Contando-se com uma vinculada, são nada menos que cinco rádios FMs e duas AMs.
Pois, é. O ‘de qualquer maneira’, de hoje, bate fácil ao ‘nesta altura dos acontecimentos’, de ontem – ou seja – um termo já faz tempo deixado no ‘escaninho’ do esquecimento. Assim como o ‘é isso aí’, agregado ao anúncio de tradicional refrigerante.
‘Coisa de maluco’ – outra de que os bravos narradores (e repórteres), aposentaram para bem do idioma. E, quando transmitindo fora da sede, sonoramente dizer: ‘Falamos desde...’ É para profissionais antenados o expressar-se com a linguagem do povo.
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MIRANDO NOS JOVENS
Bruno Cantarelli, da última safra de novatos, estreou quarta-feira (22) na BandNews, jogo do Flamengo e Vasco pelo Campeonato Carioca. Outras estreias na equipe liderada por Edilson Silva foram Carla Matera (recentemente integrada à 94 FM) e o Rui Fernando, que estava há bastante tempo prestando serviços a Rádio Nacional.
Companheiro do Cantarelli, outro Bruno (o Azevedo) foi requisitado pouco depois pelo ‘capitão’ Edilson, sendo os dois provenientes da Transamérica , que parou com o futebol. Pergunta que não quer silenciar: e o que foi feito do Evaldo José (narrador), Antônio Carlos Duarte (repórter e comentarista) e, do versátil Felipe Santos?
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NOVE EM CADA DEZ
Diferentemente do ‘este programa começa agora’, a expressão ‘de qualquer maneira’, tão repetida por locutores esportivos (nove em dez, acreditamos), há muito se tornou um cacoete verbal. Não é, todavia, uma particularidade deles. Tem apresentadores que diuturnamente se utilizam do recurso, pontificando o polêmico Roberto Canázio.
Quase empatando com este, há o desempenho de um Antônio Carlos, seguido pelo William Travassos. E, paralelamente ao ‘de qualquer maneira’, eles (talvez sem perceberem – a fala no veículo exige rapidez –) ‘tropeçam’ num outro termo dito inevitavelmente tão logo o repórter complete sua participação: ‘Obrigado pelas informações’.
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R a r e f e i t a s
/o Parceiro do Luiz Carlos Silva no comando do esporte da 94 FM (Roquete Pinto), Ricardo Mazzella não abriu mão da Nacional, onde é o segundo narrador.
/o Não só a Carla Matera se desligou da emissora estatal optando pelo futebol da BandNews. Alguém saberia nos dizer qual o destino do Cassiano Carvalho?
/o ‘Os campeonatos estaduais são bons, péssimo é o calendário’. Publicado pelo colunista e comentarista Washington Rodrigues, que encurtou suas férias.
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OndaFinal.Com
Jota Santiago trocou a Super Rádio Tupi pela BandNews. A emissora está anunciando sua estreia para segunda-feira (3) no jogo do Flamengo e Resende.
sábado, 11 de janeiro de 2020
Direto das Ondas
ABCEDÁRIO DE NOTÍCIAS I
ALEXANDRE Tavares apresenta às 7h das manhãs o Painel JB 1ª Edição, de segunda a sexta-feira. Destaques os colunistas Alex Campos, economia, e Fábio Azevedo, esportes.
ANTÔNIO Carlos é, de fato, um vozeirão do rádio – privilegiado, com certeza. Essa qualidade foi elogiada por Cidinha Campos no (re) encontro com a Super Tupi. Dedicada à política partidária ultimamente, ela esteve ausente do veículo durante vinte anos.
CARLOS Eduardo Cardoso faz cobertura de trânsito há mais de uma década para a JB FM. Por algum tempo via helicóptero. Hoje, através das imagens da CET-Rio. É o sucessor de Genilson Araújo e Nicolau Maranini, pioneiros deste serviço tão comum.
ERNANI Alves, contratado pela SulAmérica Paradiso no segundo semestre de 1999 está de horário novo com o Rio na Palma da Mão. Mudou do meio-dia para às 10h o início.
FELIPE Macon é um dos repórteres que cobre trânsito nas ruas do Rio via-helicóptero. Trabalha mais que seus colegas, pois terceirizou o serviço. Se você sintoniza a 94 FM lá está ele, que aparece também na BandNews, e na gospel Melodia. Independente disso, faz outras reportagens na primeira. O moço tem seguidores. Um deles Samuel Correa, filho de (já falecido) antigo radialista. Redobra tarefa na Nova Brasil e Globo, revezando-se nesta com Marcos Sardenberg.
GILSON Ricardo, que já foi o ‘esperto’ nas transmissões esportivas ainda atua como ‘ponta’ nas jornadas. Titular do Bola em Jogo, aos domingos,, é o encarregado das últimas do tema no programa do Antônio Carlos. Vem substituindo Apolinho nas férias.
LUIZ Ribeiro afirmou na quinta-feira (9) no Radar Tupi que a radiodifusão no Brasil é um atraso. O propalado 5G não vai adiantar de nada. Nos Estados Unidos o digital é segmentado, tem de tudo. Circulando de carro estradas a fora, sem perder qualidade de som, se escuta o que quiser – jazz, rock, sertanejo. Os governos anteriores não se manifestaram, e o que aí está ainda não tomou uma posição. Resta saber se o Brasil adotará o modelo americano ou o japonês.
MAURÍCIO Bastos, ex-Tupi, ex-Globo ingressou na BandNews. Bom profissional não permanece desempregado por muito tempo. Há pouco mais de um mês ele foi dispensado do SGR. Revelado pela concorrente, era plantonista na equipe do Luiz Penido, que o encontrou na ‘outra’ ao trocar de endereço. Bastos é um dos melhores talentos da nova geração, tanto na retaguarda quanto no microfone – versátil, enfim. Na BandNews, em princípio, vai trabalhar nos bastidores, em horário vespertino.
MÁRCIA Pinho é a nova chefe de reportagem do jornalismo da Tupi. É a terceira mudança no cargo depois que Ana Rodrigues saiu, há uns quatro anos. Ela fora promovida com a dispensa do Roberto Feres, que exercera a função em longa temporada.
WASHINGTON Rodrigues, o Velho Apolo entrou de férias no dia que a Cidinha recomeçava. Todo ano ele cumpre em janeiro seu período de descanso. E, vai, segundo se diz passear com a família na Disney. É um dos poucos profissionais que se permite esse luxo, e também fica um mês direto longe dos microfones. Em geral, radialistas tiram três semanas de férias, complementadas com folgas semanais. Alguns, porém, o fazem em etapas de quinze dias.
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UM ‘NOVO’ MORAL DA HISTÓRIA?
BILL Gates, o homem mais rico do mundo chegou ao aeroporto de Nova York e ao pedir um jornal, desculpou-se com o jornaleiro que não tinha trocado. ‘Leva’, disse o vendedor. A cena se repetiu pouco tempo depois.
Passados dezenove anos, no mesmo local e personagens, Gates pergunta ao cidadão: ‘Sabe quem sou eu?’. ‘Sim’, responde o outro. E, Gates: ‘Vim pagar os exemplares,e qualquer coisa a mais que lhe interessar na vida.‘Não precisa’, foi a resposta. Acrescida de: ‘Ninguém precisa ser rico para ser generoso e gentil’.
Essa historinha – autor não revelado -- fechou na sexta-feira (10) a primeira semana de Cidinha Campos na Tupi. A cada final de programa ela conta coisa semelhante. (À moda Elio Gaspari. Ganha uma passagem de ida a Londres quem garantir -- e acertar -- que os textos são do Maurício Menezes.)
ALEXANDRE Tavares apresenta às 7h das manhãs o Painel JB 1ª Edição, de segunda a sexta-feira. Destaques os colunistas Alex Campos, economia, e Fábio Azevedo, esportes.
ANTÔNIO Carlos é, de fato, um vozeirão do rádio – privilegiado, com certeza. Essa qualidade foi elogiada por Cidinha Campos no (re) encontro com a Super Tupi. Dedicada à política partidária ultimamente, ela esteve ausente do veículo durante vinte anos.
CARLOS Eduardo Cardoso faz cobertura de trânsito há mais de uma década para a JB FM. Por algum tempo via helicóptero. Hoje, através das imagens da CET-Rio. É o sucessor de Genilson Araújo e Nicolau Maranini, pioneiros deste serviço tão comum.
ERNANI Alves, contratado pela SulAmérica Paradiso no segundo semestre de 1999 está de horário novo com o Rio na Palma da Mão. Mudou do meio-dia para às 10h o início.
FELIPE Macon é um dos repórteres que cobre trânsito nas ruas do Rio via-helicóptero. Trabalha mais que seus colegas, pois terceirizou o serviço. Se você sintoniza a 94 FM lá está ele, que aparece também na BandNews, e na gospel Melodia. Independente disso, faz outras reportagens na primeira. O moço tem seguidores. Um deles Samuel Correa, filho de (já falecido) antigo radialista. Redobra tarefa na Nova Brasil e Globo, revezando-se nesta com Marcos Sardenberg.
GILSON Ricardo, que já foi o ‘esperto’ nas transmissões esportivas ainda atua como ‘ponta’ nas jornadas. Titular do Bola em Jogo, aos domingos,, é o encarregado das últimas do tema no programa do Antônio Carlos. Vem substituindo Apolinho nas férias.
LUIZ Ribeiro afirmou na quinta-feira (9) no Radar Tupi que a radiodifusão no Brasil é um atraso. O propalado 5G não vai adiantar de nada. Nos Estados Unidos o digital é segmentado, tem de tudo. Circulando de carro estradas a fora, sem perder qualidade de som, se escuta o que quiser – jazz, rock, sertanejo. Os governos anteriores não se manifestaram, e o que aí está ainda não tomou uma posição. Resta saber se o Brasil adotará o modelo americano ou o japonês.
MAURÍCIO Bastos, ex-Tupi, ex-Globo ingressou na BandNews. Bom profissional não permanece desempregado por muito tempo. Há pouco mais de um mês ele foi dispensado do SGR. Revelado pela concorrente, era plantonista na equipe do Luiz Penido, que o encontrou na ‘outra’ ao trocar de endereço. Bastos é um dos melhores talentos da nova geração, tanto na retaguarda quanto no microfone – versátil, enfim. Na BandNews, em princípio, vai trabalhar nos bastidores, em horário vespertino.
MÁRCIA Pinho é a nova chefe de reportagem do jornalismo da Tupi. É a terceira mudança no cargo depois que Ana Rodrigues saiu, há uns quatro anos. Ela fora promovida com a dispensa do Roberto Feres, que exercera a função em longa temporada.
WASHINGTON Rodrigues, o Velho Apolo entrou de férias no dia que a Cidinha recomeçava. Todo ano ele cumpre em janeiro seu período de descanso. E, vai, segundo se diz passear com a família na Disney. É um dos poucos profissionais que se permite esse luxo, e também fica um mês direto longe dos microfones. Em geral, radialistas tiram três semanas de férias, complementadas com folgas semanais. Alguns, porém, o fazem em etapas de quinze dias.
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UM ‘NOVO’ MORAL DA HISTÓRIA?
BILL Gates, o homem mais rico do mundo chegou ao aeroporto de Nova York e ao pedir um jornal, desculpou-se com o jornaleiro que não tinha trocado. ‘Leva’, disse o vendedor. A cena se repetiu pouco tempo depois.
Passados dezenove anos, no mesmo local e personagens, Gates pergunta ao cidadão: ‘Sabe quem sou eu?’. ‘Sim’, responde o outro. E, Gates: ‘Vim pagar os exemplares,e qualquer coisa a mais que lhe interessar na vida.‘Não precisa’, foi a resposta. Acrescida de: ‘Ninguém precisa ser rico para ser generoso e gentil’.
Essa historinha – autor não revelado -- fechou na sexta-feira (10) a primeira semana de Cidinha Campos na Tupi. A cada final de programa ela conta coisa semelhante. (À moda Elio Gaspari. Ganha uma passagem de ida a Londres quem garantir -- e acertar -- que os textos são do Maurício Menezes.)
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
Direto das Ondas
UMA NOTA SÓ, SEM SAMBA
.O. Vai muito mal das pernas o atual programa do Antônio Carlos na Super Tupi.Os quadros (permanentes) e mais que repetitivos estão travando acirrada ‘briga’ com os comerciais que patrocinam a maioria das atrações da grade. Em duas horas de show rodam chamadas para o Clóvis Monteiro, Heleno Rotai, Garcia Duarte, Mário Belisário e outros abonados.
Oh Josemar (Gimenez) aquilo já foi um programa de rádio. Hoje, um grandioso balcão de anúncios aleatórios, com o Guanabara de lambuja. Esta a fórmula mágica para aumentar a audiência? A líder que os internautas dizem seguir é, na verdade, a do esporte. (Enquanto o carnaval não chega, remember o Samba de Uma Nota Só, de Tom Jobim e Newton Mendonça).
.O. Vai muito mal das pernas o atual programa do Antônio Carlos na Super Tupi.Os quadros (permanentes) e mais que repetitivos estão travando acirrada ‘briga’ com os comerciais que patrocinam a maioria das atrações da grade. Em duas horas de show rodam chamadas para o Clóvis Monteiro, Heleno Rotai, Garcia Duarte, Mário Belisário e outros abonados.
Oh Josemar (Gimenez) aquilo já foi um programa de rádio. Hoje, um grandioso balcão de anúncios aleatórios, com o Guanabara de lambuja. Esta a fórmula mágica para aumentar a audiência? A líder que os internautas dizem seguir é, na verdade, a do esporte. (Enquanto o carnaval não chega, remember o Samba de Uma Nota Só, de Tom Jobim e Newton Mendonça).
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
Direto das Ondas/Especial
(RE)ENCONTRO DE CIDINHA COM O RÁDIO
A jornalista Cidinha Campos, 77, deputada por três mandatos (um deles federal) está de volta à Super Rádio Tupi depois de uma longa ausência. Foram vinte anos afastada. Ao receber as boas-vindas de companheiros da emissora lembrou do dia que foi a sua última vez na casa, ainda na Rua do Livramento, no bairro da Saúde.
Era 20 de outubro de 1999, uma quarta-feira – explicou. Terminada a apresentação de seu programa (Cidinha Livre) foi chamada pelo diretor ao seu gabinete. Lá chegando, muitas pessoas estavam presentes, quando ouviu do executivo um ‘a senhora está demitida’. ‘Como? Por que?’ Ignorava, pois, nada de errado acontecera.
Disse a comunicadora: ‘Já soube de gente que foi dispensada por telefone, por e-mail. Eu fui a única a ser despedida com platéia’. Revelou que o homem que a mandou embora era um incompetente, um tirano. Na sua administração os salários atrasavam, funcionários fizeram greves insatisfeitos com as condições vividas na empresa.
O ‘novo’ Cidinha Livre vai ao ar logo após a Patrulha da Cidade, às 13h, e terá uma hora de duração. Pega 30 minutos do Pedro Augusto e 30 do Heleno Rotai. Aquele fica das 14h às 15h30, este daí às 17h. Serão apenas três seções, incluindo os comentários sobre televisão. Ela disse que não vê mais novelas. ‘São uns desastres’, frisou.
Os programas da Rede Globo, Cidinha acrescentou, andam registrando índices muito baixos, tanto no entretenimento quanto no jornalismo. A causa é a internet, sentenciou. A Rádio Tupi hoje é ouvida não só no Rio, mas em todo o Brasil. Passou à frente de potências como a Jovem Pan, onde comecei, e Bandeirantes de São Paulo.
Mandou um recado para os que acreditam ter ela voltado para usar a emissora como vitrine para as próximas eleições municipais. ‘Nem hoje, nem amanhã, nem depois’, declarou. Já teria retornado ao rádio se quisesse, argumentou Cidinha. O Josemar (Gimenez) me convidou antes de se realizarem campanhas para as últimas eleições gerais.
A jornalista Cidinha Campos, 77, deputada por três mandatos (um deles federal) está de volta à Super Rádio Tupi depois de uma longa ausência. Foram vinte anos afastada. Ao receber as boas-vindas de companheiros da emissora lembrou do dia que foi a sua última vez na casa, ainda na Rua do Livramento, no bairro da Saúde.
Era 20 de outubro de 1999, uma quarta-feira – explicou. Terminada a apresentação de seu programa (Cidinha Livre) foi chamada pelo diretor ao seu gabinete. Lá chegando, muitas pessoas estavam presentes, quando ouviu do executivo um ‘a senhora está demitida’. ‘Como? Por que?’ Ignorava, pois, nada de errado acontecera.
Disse a comunicadora: ‘Já soube de gente que foi dispensada por telefone, por e-mail. Eu fui a única a ser despedida com platéia’. Revelou que o homem que a mandou embora era um incompetente, um tirano. Na sua administração os salários atrasavam, funcionários fizeram greves insatisfeitos com as condições vividas na empresa.
O ‘novo’ Cidinha Livre vai ao ar logo após a Patrulha da Cidade, às 13h, e terá uma hora de duração. Pega 30 minutos do Pedro Augusto e 30 do Heleno Rotai. Aquele fica das 14h às 15h30, este daí às 17h. Serão apenas três seções, incluindo os comentários sobre televisão. Ela disse que não vê mais novelas. ‘São uns desastres’, frisou.
Os programas da Rede Globo, Cidinha acrescentou, andam registrando índices muito baixos, tanto no entretenimento quanto no jornalismo. A causa é a internet, sentenciou. A Rádio Tupi hoje é ouvida não só no Rio, mas em todo o Brasil. Passou à frente de potências como a Jovem Pan, onde comecei, e Bandeirantes de São Paulo.
Mandou um recado para os que acreditam ter ela voltado para usar a emissora como vitrine para as próximas eleições municipais. ‘Nem hoje, nem amanhã, nem depois’, declarou. Já teria retornado ao rádio se quisesse, argumentou Cidinha. O Josemar (Gimenez) me convidou antes de se realizarem campanhas para as últimas eleições gerais.
sábado, 28 de dezembro de 2019
Direto das Ondas
AS NOVIDADES DO ANO
Mesmice é uma palavra recorrente quando se fala nas coisas que se praticam nos meios de comunicação nos dias atuais. E, o rádio não foge à essa regra. Neste ano que ora termina, até que se registraram algumas novidades, casos da SulAmérica Paradiso, alterada parcialmente em seu perfil, e da estatal 94 FM, modificada.
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MELHOR OPÇÃO
Último dos remanescentes do projeto Nova Rádio Globo, Roberto Canázio aterrissou na primeira. O seu Manhã Paradiso, das 8h às 10h, que estreou em abril, é o que se pode classificar como uma boa opção para os apreciadores do gênero. No mesmo prefixo, pouco depois, chegava o Ernani Alves, com O Rio na Palma da Mão.
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O DIFERENCIAL?
O marketing dele (que também trabalha na TV) apregoa que o cartaz que conduz é um diferencial no horário, exatamente onde a Super Tupi é imbatível com o cinqüentão Patrulha da Cidade, no qual mantém bem-humorada convivência entre comunicadores, repórteres e radioatores, retratando as mazelas da conhecida metrópole.
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BOAS SURPRESAS
O impulso no meio foi surpreendente. Não se deu numa empresa comercial. Coube a uma emissora pública, Roquete Pinto (nome agora gravado com um ‘t’ por decreto governamental) e simplesmente chamada pela freqüência – 94 FM. O propósito – parece – foi para preencher o vazio deixado pela Rádio Globo, que se descaracterizou.
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MAIS QUE ALERTA
No implementado ‘Top 10’ em que se baseia o Kantar Média Ibope para pontuar as melhores audiências na cidade, a FM O Dia (popular+hits) está sempre muito bem situada. Inspirados nela, os cardeais do SGR ainda não conseguiram o resultado que esperavam para recuperar a emissora, mergulhada numa maré de incertezas.
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VALE DA ECONOMIA
Em tempos de crise, o rádio de baixo custo é musical, que leva inegavelmente vantagem sobre o de caráter jornalístico. Isso posto, as pesquisas indicam a JB na dianteira, enquanto uma CBN e BandNews distanciam-se da O Dia e gospel em dose dupla.(A Super Rádio Tupi – popular+esportes+informativa – é uma privilegiada.)
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OS PILARES EXIGEM
No campo do AM, a Nacional do Rio, em rede com outras da EBC passou a adotar linha voltada para a informação buscando competir com as FMS mencionadas acima, audiências parelhas no setor. Notícias valem mais do que certas camadas do público imaginam. São instrumentos que movem os pilares da sociedade.
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DEZ REFERÊNCIAS
1. PAINEL JB 1ª Edição, com Alexandre Tavares. De segunda a sexta, às 7h;
2. MANHÃ Paradiso, com Roberto Canázio. Idem às 8h, na SulAmérica;
3. CONEXÃO RJ, apresentação de William Travassos. Igualmente, às 9h, 94 FM;
4. TODA Tarde, com Selma Boiron. Semelhante período, às 14h, 94 FM;
5. ARMAZÉM Cultural, com Tiago Alves. Periodicidade igual, às 14h, MEC AM;
6. JORNAL da CBN 2ª Edição, com Roberto Nonato.Segunda a sexta, 17h;
7. TURMA do Rádio, apresentação de Amauri Santos. Sábados, às 7h, na 94 FM;
8. MISTURA Brasileira, com Cacá Santiago. Idem, às 13h, MEC AM;
9. SAMBA Social Clube, Valéria Marques e Carlinhos de Jesus.Sábados 13h,Tupi;
10. SHOW de Bola, com Marcus Vinícius. Também aos sábados, 22h, Tupi.
< N. do E: Um 2020 múltiplo de alegrias, saúde e paz.
Mesmice é uma palavra recorrente quando se fala nas coisas que se praticam nos meios de comunicação nos dias atuais. E, o rádio não foge à essa regra. Neste ano que ora termina, até que se registraram algumas novidades, casos da SulAmérica Paradiso, alterada parcialmente em seu perfil, e da estatal 94 FM, modificada.
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MELHOR OPÇÃO
Último dos remanescentes do projeto Nova Rádio Globo, Roberto Canázio aterrissou na primeira. O seu Manhã Paradiso, das 8h às 10h, que estreou em abril, é o que se pode classificar como uma boa opção para os apreciadores do gênero. No mesmo prefixo, pouco depois, chegava o Ernani Alves, com O Rio na Palma da Mão.
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O DIFERENCIAL?
O marketing dele (que também trabalha na TV) apregoa que o cartaz que conduz é um diferencial no horário, exatamente onde a Super Tupi é imbatível com o cinqüentão Patrulha da Cidade, no qual mantém bem-humorada convivência entre comunicadores, repórteres e radioatores, retratando as mazelas da conhecida metrópole.
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BOAS SURPRESAS
O impulso no meio foi surpreendente. Não se deu numa empresa comercial. Coube a uma emissora pública, Roquete Pinto (nome agora gravado com um ‘t’ por decreto governamental) e simplesmente chamada pela freqüência – 94 FM. O propósito – parece – foi para preencher o vazio deixado pela Rádio Globo, que se descaracterizou.
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MAIS QUE ALERTA
No implementado ‘Top 10’ em que se baseia o Kantar Média Ibope para pontuar as melhores audiências na cidade, a FM O Dia (popular+hits) está sempre muito bem situada. Inspirados nela, os cardeais do SGR ainda não conseguiram o resultado que esperavam para recuperar a emissora, mergulhada numa maré de incertezas.
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VALE DA ECONOMIA
Em tempos de crise, o rádio de baixo custo é musical, que leva inegavelmente vantagem sobre o de caráter jornalístico. Isso posto, as pesquisas indicam a JB na dianteira, enquanto uma CBN e BandNews distanciam-se da O Dia e gospel em dose dupla.(A Super Rádio Tupi – popular+esportes+informativa – é uma privilegiada.)
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OS PILARES EXIGEM
No campo do AM, a Nacional do Rio, em rede com outras da EBC passou a adotar linha voltada para a informação buscando competir com as FMS mencionadas acima, audiências parelhas no setor. Notícias valem mais do que certas camadas do público imaginam. São instrumentos que movem os pilares da sociedade.
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DEZ REFERÊNCIAS
1. PAINEL JB 1ª Edição, com Alexandre Tavares. De segunda a sexta, às 7h;
2. MANHÃ Paradiso, com Roberto Canázio. Idem às 8h, na SulAmérica;
3. CONEXÃO RJ, apresentação de William Travassos. Igualmente, às 9h, 94 FM;
4. TODA Tarde, com Selma Boiron. Semelhante período, às 14h, 94 FM;
5. ARMAZÉM Cultural, com Tiago Alves. Periodicidade igual, às 14h, MEC AM;
6. JORNAL da CBN 2ª Edição, com Roberto Nonato.Segunda a sexta, 17h;
7. TURMA do Rádio, apresentação de Amauri Santos. Sábados, às 7h, na 94 FM;
8. MISTURA Brasileira, com Cacá Santiago. Idem, às 13h, MEC AM;
9. SAMBA Social Clube, Valéria Marques e Carlinhos de Jesus.Sábados 13h,Tupi;
10. SHOW de Bola, com Marcus Vinícius. Também aos sábados, 22h, Tupi.
< N. do E: Um 2020 múltiplo de alegrias, saúde e paz.
sábado, 21 de dezembro de 2019
Direto das Ondas/Especial
E... A FESTA DO FLA CONTINUA
Não deu para o Flamengo. O Liverpool ganhou o título de campeão do Mundial de Clubes no Qatar, em Doha por 1 a 0 na prorrogação, gol de Roberto Firmino. Seu adversário caiu de pé. Não é qualquer agremiação que chega onde o rubro negro chegou, admitiam torcedores de um bar em Copacabana, ouvidos pelo repórter Cristiano Pinho, da BandNews.
Apesar de tudo – dizia um deles – não vou deixar de ser flamenguista. Intimamente ele corroborava com o técnico Jorge Jesus, que assegurava: ‘O Flamengo tem, hoje, o melhor time do Brasil. O Liverpool tem o melhor time do mundo’. A decepção foi grande, mas não é motivo para tristeza – interferia um outro torcedor que se juntara ao grupo.
Na Globo/CBN (‘O futebol no rádio’), não era esta a visão dos participantes – Luiz Penido, Eraldo Leite, Dé, o Aranha, Hugo Lago e Renan Moura (único no local). ‘O Fla foi melhor dos 20’ aos 45’ da primeira fase. E, só’, observava Dé, acrescentando com seu linguajar arrevesado, característico: ‘No segundo tempo a equipe não atacou um momento sequer’.
Passavam 14’ de jogo e José Carlos Araújo, o Garotinho dizia: ‘A coisa está feia até agora. Juro que esperava o Fla mais agressivo’. Gerson, o comentarista, concordava. ‘Aqui Tupi, a rádio líder’ -- pontuava o narrador pelo menos quatro vezes naqueles instantes. O repórter André Marques, um de seus auxiliares fez a anotação: ‘O Fla teve mais posse de bola’.
Não deu para o Flamengo. O Liverpool ganhou o título de campeão do Mundial de Clubes no Qatar, em Doha por 1 a 0 na prorrogação, gol de Roberto Firmino. Seu adversário caiu de pé. Não é qualquer agremiação que chega onde o rubro negro chegou, admitiam torcedores de um bar em Copacabana, ouvidos pelo repórter Cristiano Pinho, da BandNews.
Apesar de tudo – dizia um deles – não vou deixar de ser flamenguista. Intimamente ele corroborava com o técnico Jorge Jesus, que assegurava: ‘O Flamengo tem, hoje, o melhor time do Brasil. O Liverpool tem o melhor time do mundo’. A decepção foi grande, mas não é motivo para tristeza – interferia um outro torcedor que se juntara ao grupo.
Na Globo/CBN (‘O futebol no rádio’), não era esta a visão dos participantes – Luiz Penido, Eraldo Leite, Dé, o Aranha, Hugo Lago e Renan Moura (único no local). ‘O Fla foi melhor dos 20’ aos 45’ da primeira fase. E, só’, observava Dé, acrescentando com seu linguajar arrevesado, característico: ‘No segundo tempo a equipe não atacou um momento sequer’.
Passavam 14’ de jogo e José Carlos Araújo, o Garotinho dizia: ‘A coisa está feia até agora. Juro que esperava o Fla mais agressivo’. Gerson, o comentarista, concordava. ‘Aqui Tupi, a rádio líder’ -- pontuava o narrador pelo menos quatro vezes naqueles instantes. O repórter André Marques, um de seus auxiliares fez a anotação: ‘O Fla teve mais posse de bola’.
Direto das Ondas
CIDINHA VOLTA 20 ANOS DEPOIS
A jornalista e ex-deputada Cidinha Campos vai voltar ao rádio. O retorno está previsto para janeiro próximo. A Super Tupi, onde ela trabalhou por duas vezes começou esta semana a anunciar a novidade, veiculando chamadas nos intervalos de sua programação. A última passagem de Cidinha pela emissora foi em 1999, isto é, vinte anos. No início da carreira, repórter da Joven Pan, em São Paulo. Ao mudar-se pro Rio, já comunicadora, Nacional seu primeiro endereço.
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FLA VALE DÓLARES
Participar dos jogos do Flamengo no Mundial de Clubes no Qatar, em Doha custou a bagatela de 55 mil dólares ao caixa da Tupi. O Grupo Globo, declarado rival da entidade detém os direitos de transmissão.
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UMA DIFÍCIL SUBIDA
Quatro meses após abandonar o projeto Nova Rádio, a emissora dos Marinho subiu apenas uma casa nas recentes pesquisas. Adotando o modelo popular+hits (da FM O Dia), de oitavo passou para o sétimo lugar.
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OS DIAS DE CORINGA
Rafael Souza reassumiu seu posto como apresentador dos noticiários matinais da estação de São Cristóvão. Valéria Marques, do Samba Social Clube ficou encarregada de cobrir as férias dele, coringa por uns dias.
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PARIS SEMPRE FESTA
Também Roberto Canazio retomava atividades na SulAmérica Paradiso esta semana, depois de ferias passadas em Paris e Lisboa. Afirmou que o Sérgio Gianotti substituiu-o brilhantemente no seu matinal programa.
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BOA TARDE, SELMA
O Toda Tarde com Selma Boiron na repaginada 94 FM (Roquete Pinto) espera por você, que curte boa qualidade. No ar das 14h às 17h. Dispensável, porém, a chamada na voz da própria.Uma criança faria texto melhor.
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DE CARONA DERRAPA
Num rádio em que a mesmice predomina, louve-se a iniciativa dos que decidiram modificar a programação da estatal. O horóscopo no De Carona, todavia, com estilo superado, uma derrapagem. A reinvenção da roda.
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BAIXA VACINAÇÃO
‘É preocupante a baixa vacinação do sarampo e da caxumba no Brasil’. Quem o disse foi a professora Lígia Bahía, especialista em Saúde pela UFRJ, entrevistada pela Roberta Penafort, na CBN, nesta sexta-feira (20).
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R a r e f e i t a s
/o Há pouco tempo atuando no Hora do Blush, Maíra Charken está perfeitamente familiarizada com a Carol Barreto. Uma opção deveras inteligente para os ouvintes das 17h às 19h que só se 'ligam' no Apolinho.
/o A netinha (5 anos) gosta demais das músicas da Mix FM (102,1) que escuta no carro do pai (38). O avô quase nada sabe dela, não ignorando que a rádio é apreciada por um público de ascendente faixa etária.
< Que o seu Natal seja muito feliz.
A jornalista e ex-deputada Cidinha Campos vai voltar ao rádio. O retorno está previsto para janeiro próximo. A Super Tupi, onde ela trabalhou por duas vezes começou esta semana a anunciar a novidade, veiculando chamadas nos intervalos de sua programação. A última passagem de Cidinha pela emissora foi em 1999, isto é, vinte anos. No início da carreira, repórter da Joven Pan, em São Paulo. Ao mudar-se pro Rio, já comunicadora, Nacional seu primeiro endereço.
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FLA VALE DÓLARES
Participar dos jogos do Flamengo no Mundial de Clubes no Qatar, em Doha custou a bagatela de 55 mil dólares ao caixa da Tupi. O Grupo Globo, declarado rival da entidade detém os direitos de transmissão.
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UMA DIFÍCIL SUBIDA
Quatro meses após abandonar o projeto Nova Rádio, a emissora dos Marinho subiu apenas uma casa nas recentes pesquisas. Adotando o modelo popular+hits (da FM O Dia), de oitavo passou para o sétimo lugar.
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OS DIAS DE CORINGA
Rafael Souza reassumiu seu posto como apresentador dos noticiários matinais da estação de São Cristóvão. Valéria Marques, do Samba Social Clube ficou encarregada de cobrir as férias dele, coringa por uns dias.
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PARIS SEMPRE FESTA
Também Roberto Canazio retomava atividades na SulAmérica Paradiso esta semana, depois de ferias passadas em Paris e Lisboa. Afirmou que o Sérgio Gianotti substituiu-o brilhantemente no seu matinal programa.
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BOA TARDE, SELMA
O Toda Tarde com Selma Boiron na repaginada 94 FM (Roquete Pinto) espera por você, que curte boa qualidade. No ar das 14h às 17h. Dispensável, porém, a chamada na voz da própria.Uma criança faria texto melhor.
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DE CARONA DERRAPA
Num rádio em que a mesmice predomina, louve-se a iniciativa dos que decidiram modificar a programação da estatal. O horóscopo no De Carona, todavia, com estilo superado, uma derrapagem. A reinvenção da roda.
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BAIXA VACINAÇÃO
‘É preocupante a baixa vacinação do sarampo e da caxumba no Brasil’. Quem o disse foi a professora Lígia Bahía, especialista em Saúde pela UFRJ, entrevistada pela Roberta Penafort, na CBN, nesta sexta-feira (20).
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R a r e f e i t a s
/o Há pouco tempo atuando no Hora do Blush, Maíra Charken está perfeitamente familiarizada com a Carol Barreto. Uma opção deveras inteligente para os ouvintes das 17h às 19h que só se 'ligam' no Apolinho.
/o A netinha (5 anos) gosta demais das músicas da Mix FM (102,1) que escuta no carro do pai (38). O avô quase nada sabe dela, não ignorando que a rádio é apreciada por um público de ascendente faixa etária.
< Que o seu Natal seja muito feliz.
sábado, 14 de dezembro de 2019
Direto das Ondas
AS NOTÍCIAS EM NÚMEROS
1.A cantora Joana, quarenta anos de carreira, vinte milhões de discos vendidos está, hoje, radicada em São Paulo. Na segunda-feira (9) foi entrevistada por William Travassos, do Conexão RJ, na 94 FM. Falou de suas atividades,inclusive do show que faria no dia seguinte no Net-Rio, De Volta Para o Começo. Revelou que em janeiro pretende homenagear com um álbum a ser lançado em várias plataformas, colegas com as quais já gravou.
2.Parece cooperativa, não? O que toca numa das rádios chamadas de adulto-contemporâneo, toca em todas do gênero. Seja a JB FM, Antena 1, SulAmérica Paradiso ou Nova Brasil. O playlist só muda a cada dia a ordem de entradas dos blocos intercalados de apoios e promoções, naturalmente. Apenas a última é dedicada inteiramente a músicas brasileiras.
3.Há duas semanas o Sérgio Gianotti estende sua jornada na SulAmérica Paradiso. Além dos programas habituais, entre às 5h e 8h, ele tem apresentado o Manhã Paradiso, do qual Roberto Canázio é o titular, e se encontra de férias, segundo disse o Reginaldo Mathias, dia desses, um dos colaboradores da atração. O polêmico profissional estreou na emissora em abril.
4.Muito à vontade o Gianotti. Quem, por algum motivo ainda não tenha descoberto o destino do Canázio depois da Nova Globo, poderia imaginar que o dono do espaço é o outro, que no momento o substitui.
5.O repórter e comentarista Gélcio Cunha não integra mais a equipe do Rio na Palma da Mão, programa do Ernani Alves, de meio-dia às 2h naquela emissora. Em seu lugar ficou Ana Rodrigues, que é produtora de a Hora do Blush.
6.Valéria Marques, do Samba Social Clube, cartaz sabatino, é a nova titular dos informativos matinais da Super Rádio Tupi.
7.A repórter Luciana Mesquita, com passagens pela Tupi e Manchete faz parte, agora, da equipe da 94 FM. Mais uma das requisições a compor o quadro da emissora estatal.
8.A MEC AM, da EBC no Rio, figura entre as poucas emissoras que em seus musicais cita os compositores das obras de sua programação. Uma das boas atrações da casa é Mistura Brasileira, produção e apresentação de Cacá Santiago, aos sábados às 13h.
9.Saiu o último boletim trimestral do instituto Kantar Média Ibope do ano – setembro/outubro/novembro.
10.A JB FM retomou a liderança. Em segundo lugar a Melodia e em terceiro a FM O Dia, quarto e quinto, respectivamente,Tupi e 93.
11.Nas demais posições, este o quadro: Mix em sexto, Globo em sétimo, BandNews em oitavo, Cidade em nono, e Antena 1 em décimo.
1.A cantora Joana, quarenta anos de carreira, vinte milhões de discos vendidos está, hoje, radicada em São Paulo. Na segunda-feira (9) foi entrevistada por William Travassos, do Conexão RJ, na 94 FM. Falou de suas atividades,inclusive do show que faria no dia seguinte no Net-Rio, De Volta Para o Começo. Revelou que em janeiro pretende homenagear com um álbum a ser lançado em várias plataformas, colegas com as quais já gravou.
2.Parece cooperativa, não? O que toca numa das rádios chamadas de adulto-contemporâneo, toca em todas do gênero. Seja a JB FM, Antena 1, SulAmérica Paradiso ou Nova Brasil. O playlist só muda a cada dia a ordem de entradas dos blocos intercalados de apoios e promoções, naturalmente. Apenas a última é dedicada inteiramente a músicas brasileiras.
3.Há duas semanas o Sérgio Gianotti estende sua jornada na SulAmérica Paradiso. Além dos programas habituais, entre às 5h e 8h, ele tem apresentado o Manhã Paradiso, do qual Roberto Canázio é o titular, e se encontra de férias, segundo disse o Reginaldo Mathias, dia desses, um dos colaboradores da atração. O polêmico profissional estreou na emissora em abril.
4.Muito à vontade o Gianotti. Quem, por algum motivo ainda não tenha descoberto o destino do Canázio depois da Nova Globo, poderia imaginar que o dono do espaço é o outro, que no momento o substitui.
5.O repórter e comentarista Gélcio Cunha não integra mais a equipe do Rio na Palma da Mão, programa do Ernani Alves, de meio-dia às 2h naquela emissora. Em seu lugar ficou Ana Rodrigues, que é produtora de a Hora do Blush.
6.Valéria Marques, do Samba Social Clube, cartaz sabatino, é a nova titular dos informativos matinais da Super Rádio Tupi.
7.A repórter Luciana Mesquita, com passagens pela Tupi e Manchete faz parte, agora, da equipe da 94 FM. Mais uma das requisições a compor o quadro da emissora estatal.
8.A MEC AM, da EBC no Rio, figura entre as poucas emissoras que em seus musicais cita os compositores das obras de sua programação. Uma das boas atrações da casa é Mistura Brasileira, produção e apresentação de Cacá Santiago, aos sábados às 13h.
9.Saiu o último boletim trimestral do instituto Kantar Média Ibope do ano – setembro/outubro/novembro.
10.A JB FM retomou a liderança. Em segundo lugar a Melodia e em terceiro a FM O Dia, quarto e quinto, respectivamente,Tupi e 93.
11.Nas demais posições, este o quadro: Mix em sexto, Globo em sétimo, BandNews em oitavo, Cidade em nono, e Antena 1 em décimo.
sábado, 7 de dezembro de 2019
Direto das Ondas
...E ELES ERAM DA GLOBO (II)
ALEXANDRE Ferreira foi desligado do Sistema Globo de Rádio um mês depois da implantação do projeto Nova Globo. Sem demora encontrou abrigo na (outrora) rival Tupi. No seu histórico a Federal, de Niterói, e a Manchete que a sucedera, na qual também trabalharia. Consta no início de sua carreira, a função de plantonista de esportes da Rádio Nacional, gestão do José Carlos Araújo, o Garotinho, em seu começo chefiando equipe.
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FRANCISCO Barbosa já tinha nome feito no rádio de Juiz de Fora, MG, quando recebeu proposta (e aceitou) para trabalhar de madrugada na Cidade FM, no Rio, revolucionária no segmento. Dali, na primeira oportunidade pulou para a Del Rey, que viria a ser Alvorada e, posteriormente Panorama. Logo estava no FM do SGR. Quinze anos depois era dispensado.
Ele reunia, então, os amigos Ricardo Camplello, Américo Fernandes, Mauro Montalvão e o saudoso Paulo Martins (seu colega na Cidade) e realizavam um vespertino na Rádio Carioca, espaço alugado. Voltaria à Globo, de onde acabou saindo com a chegada de Marlene Mattos e as Amigas Invisíveis, à frente Ana Flores, que havia sido sua colaboradora.
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MAURÍCIO Menezes foi produtor do Waldir Vieira, comunicador de saudosa memória dos antigos ouvintes da Globo. Na rádio da Glória trabalhou nada menos que vinte e oito anos. (Chamavam-no Maurição, pois ali também atuava um homônimo no esporte, o ‘Danadinho’). Com Hélio Júnior ele produzia o programa do Francisco Barbosa. E, além disso, a dupla assumia o Agito Geral (reeditado) sábados à noite. Fora lançado dois anos antes, em 1998, aos domingos, de manhã, com o Mário Esteves, que durante a semana comandava O Rio na Globo, nos fins de tarde, a partir das 5h.
Em novembro de 2005, com o surgimento da rádio do Haroldo de Andrade, Maurição e Helinho foram colaborar com o renomado profissional. Maurício não esquentou lugar – era debatedor do programa da Cidinha Campos -- que saíra em pouco tempo queixando-se de deficiências técnicas. Hélio Júnior até ganhara horário próprio. Maurício seguiu no caminho da Tupi, acertando participação no programa do Clóvis Monteiro, onde emendou sete anos. O Sistema Globo acenou com um cargo de gerente, que ele topou. E, caiu com a Nova Rádio, levando de roldão Mário Esteves e o Sérgio Ricardo.
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MARCO Antônio de Jesus é o que se pode chamar de um caso específico. Depois de um estágio efetivou-se como repórter policial da madrugada na Globo nela se mantendo por aproximadamente trinta anos. O tal projeto radical de mudança atingiu-o em cheio, da mesma forma que a uma ‘penca’ de profissionais, raros nomes de projeção escapando.
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JORGE Luiz, comunicador de reconhecida categoria, foi um dos primeiros a sobrarem com a implantação do projeto Nova Rádio. Ao se ver desempregado, fez rápida passagem pela Além Paraíba, emissora de sua cidade de origem. Fechou com a Muriaé FM (99,5), de MG.
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DAVID Rangel, dos últimos a perder o lugar no SGR ficou balançando se aceitava ou não ingressar na também ‘nova’ Fluminense AM, ou num canal alternativo de TV em Niterói, onde estava residindo há tempos. Optou pela Sucesso FM (88,1) de Friburgo, sua terra.
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R a r e f e i t a s
/o Exaltamos aqui numa postagem anterior a qualidade de A Turma do Rádio na 94 FM. Uma curiosidade sobre o grupo: são profissionais, em maioria bastante conhecidos, que a Tupi dispensou em meados de 2016.
/o Excetuando-se o Amauri Santos (ex-Nacional), os também apresentadores Coelho Lima e Jimi Raw, o produtor Ricardo Alexandre e o repórter esportivo Sérgio Américo formam o contingente que entrou na Justiça.
/o ‘O rádio é a escola dos que não tiveram escola’ – afirmava Edgard Roquette Pinto em tempos imemoriais. O FM da rádio que ele fundou, reduzida à sua freqüência, perdeu por decreto um ‘t’ do sobrenome.
/o Lugar-comum nos jornais, tão informativos quanto educativos – cremos nós – parece inevitável. No rádio, dos formadores de opinião, muito mais. Aquele ‘obrigado pelas informações’ não é uma exclusividade.
/o Na Super Tupi, o Antônio Carlos adota-o sem cerimoniosamente, a cada entrada de um repórter. O William Travassos, recém-chegado de São Paulo, está seguindo o mesmo procedimento no seu Conexão RJ.
ALEXANDRE Ferreira foi desligado do Sistema Globo de Rádio um mês depois da implantação do projeto Nova Globo. Sem demora encontrou abrigo na (outrora) rival Tupi. No seu histórico a Federal, de Niterói, e a Manchete que a sucedera, na qual também trabalharia. Consta no início de sua carreira, a função de plantonista de esportes da Rádio Nacional, gestão do José Carlos Araújo, o Garotinho, em seu começo chefiando equipe.
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FRANCISCO Barbosa já tinha nome feito no rádio de Juiz de Fora, MG, quando recebeu proposta (e aceitou) para trabalhar de madrugada na Cidade FM, no Rio, revolucionária no segmento. Dali, na primeira oportunidade pulou para a Del Rey, que viria a ser Alvorada e, posteriormente Panorama. Logo estava no FM do SGR. Quinze anos depois era dispensado.
Ele reunia, então, os amigos Ricardo Camplello, Américo Fernandes, Mauro Montalvão e o saudoso Paulo Martins (seu colega na Cidade) e realizavam um vespertino na Rádio Carioca, espaço alugado. Voltaria à Globo, de onde acabou saindo com a chegada de Marlene Mattos e as Amigas Invisíveis, à frente Ana Flores, que havia sido sua colaboradora.
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MAURÍCIO Menezes foi produtor do Waldir Vieira, comunicador de saudosa memória dos antigos ouvintes da Globo. Na rádio da Glória trabalhou nada menos que vinte e oito anos. (Chamavam-no Maurição, pois ali também atuava um homônimo no esporte, o ‘Danadinho’). Com Hélio Júnior ele produzia o programa do Francisco Barbosa. E, além disso, a dupla assumia o Agito Geral (reeditado) sábados à noite. Fora lançado dois anos antes, em 1998, aos domingos, de manhã, com o Mário Esteves, que durante a semana comandava O Rio na Globo, nos fins de tarde, a partir das 5h.
Em novembro de 2005, com o surgimento da rádio do Haroldo de Andrade, Maurição e Helinho foram colaborar com o renomado profissional. Maurício não esquentou lugar – era debatedor do programa da Cidinha Campos -- que saíra em pouco tempo queixando-se de deficiências técnicas. Hélio Júnior até ganhara horário próprio. Maurício seguiu no caminho da Tupi, acertando participação no programa do Clóvis Monteiro, onde emendou sete anos. O Sistema Globo acenou com um cargo de gerente, que ele topou. E, caiu com a Nova Rádio, levando de roldão Mário Esteves e o Sérgio Ricardo.
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MARCO Antônio de Jesus é o que se pode chamar de um caso específico. Depois de um estágio efetivou-se como repórter policial da madrugada na Globo nela se mantendo por aproximadamente trinta anos. O tal projeto radical de mudança atingiu-o em cheio, da mesma forma que a uma ‘penca’ de profissionais, raros nomes de projeção escapando.
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JORGE Luiz, comunicador de reconhecida categoria, foi um dos primeiros a sobrarem com a implantação do projeto Nova Rádio. Ao se ver desempregado, fez rápida passagem pela Além Paraíba, emissora de sua cidade de origem. Fechou com a Muriaé FM (99,5), de MG.
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DAVID Rangel, dos últimos a perder o lugar no SGR ficou balançando se aceitava ou não ingressar na também ‘nova’ Fluminense AM, ou num canal alternativo de TV em Niterói, onde estava residindo há tempos. Optou pela Sucesso FM (88,1) de Friburgo, sua terra.
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R a r e f e i t a s
/o Exaltamos aqui numa postagem anterior a qualidade de A Turma do Rádio na 94 FM. Uma curiosidade sobre o grupo: são profissionais, em maioria bastante conhecidos, que a Tupi dispensou em meados de 2016.
/o Excetuando-se o Amauri Santos (ex-Nacional), os também apresentadores Coelho Lima e Jimi Raw, o produtor Ricardo Alexandre e o repórter esportivo Sérgio Américo formam o contingente que entrou na Justiça.
/o ‘O rádio é a escola dos que não tiveram escola’ – afirmava Edgard Roquette Pinto em tempos imemoriais. O FM da rádio que ele fundou, reduzida à sua freqüência, perdeu por decreto um ‘t’ do sobrenome.
/o Lugar-comum nos jornais, tão informativos quanto educativos – cremos nós – parece inevitável. No rádio, dos formadores de opinião, muito mais. Aquele ‘obrigado pelas informações’ não é uma exclusividade.
/o Na Super Tupi, o Antônio Carlos adota-o sem cerimoniosamente, a cada entrada de um repórter. O William Travassos, recém-chegado de São Paulo, está seguindo o mesmo procedimento no seu Conexão RJ.
sábado, 30 de novembro de 2019
Rádiomania, o Livro/86 (Parte II)
DE DISCÍPULOS E CARBONOS
Considerado no ramo um fiel discípulo de Doalcei Camargo, com quem trabalhara na década de 70, o locutor Paulo Roberto Braga voltava, em agosto de 2008, a atuar no rádio carioca. Estreava na Bandeirantes domingo, dia 10, transmitindo pelo Campeonato Brasileiro o jogo entre Botafogo 1 x 0 Palmeiras, no Engenhão. Na partida seguinte, quarta-feira, entre as equipes mistas do mesmo Palmeiras e do Vasco, no Maracanã (Copa Sul-Americana), ele revelava sua nova influência, ao cumprimentar o público em sintonia: ‘Boa tarde a maior plateia do rádio!...’
Nada surpreendente para o ouvinte conformado com a pouca originalidade no meio. Não era o primeiro a copiar o José Carlos Araújo, repetindo seus bordões. Dentre os mais notórios, o repórter Wagner Menezes, da Tupi, e o narrador Daniel Pereira, que a Manchete vinha apregoando ser ‘o maior talento jovem’. Luiz Penido, segundo mais popular dos narradores de futebol no Rio, também inspirava outros colegas de profissão – o Carlos Borges e o Batista Júnior (*) respectivamente na Manchete e Bandeirantes.
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RIO, SÃO PAULO-RIO
Ao fim de uma temporada em estações da Pauliceia, Paulo Roberto Braga estava ausente do rádio desde 2003. Passara pela Tupi, quando Doalcei pontificava e, também pela Nacional, onde brilhavam José Cabral (igual timbre de voz ao dele), Januário de Oliveira e Júlio César Santana. Seu ingresso na Bandeirantes ocorrera na vaga de Wellington Campos, que fora para a Mundial.
A Bandeirantes trocava o comando do esporte no início de agosto. Edilson Silva, que vinha atuando como principal narrador assumia a função. Antes, a responsabilidade pelo grupo era do Luiz Carlos Silva, que decidira afastar-se dos microfones. Uma das primeiras medidas do novo comandante foi reestruturar a equipe. No seu encontro com o público, Paulo Roberto, promovido a estrela adotou, inclusive, o slogan que o Doalcei usava – ‘o mais vibrante do Brasil’. Com o aval do Denis Menezes, velho companheiro deles.
(*) Batista Júnior e um grupo de cinco profissionais foram dispensados tão logo se efetivou a transferência do líder.
_______
ANTIGUIDADE É POSTO
Depois que os medalhões Luiz Mendes e Washington Rodrigues, o Apolinho passaram a dizer ‘é verdade’, sempre que solicitados pelo narrador das partidas, nas suas emissoras e nas concorrentes, comentaristas e repórteres não faziam outra coisa. A participação deles virou código, o vocabulário encolheu, deixando-os parecer meros robôs. Houve um tempo em que ‘é isso aí’ era voz corrente. Utilizavam-na para abrir e fechar matéria, como o ‘valeu’ dos últimos anos, inegavelmente a ‘muleta’ mais duradoura.
Também o tempo do jogo igualou-se em todos os prefixos. Raro o locutor que não se espelha no de maior audiência. O rádio esportivo clama por novos valores, não carbonos. No momento em que digitamos esse texto alguns nomes estavam despontando, além do Daniel Pereira, cujo ‘defeito’ ficou assinalado no começo – imitar o Garotinho. No Sistema Globo, via CBN, destacava-se Leandro Lacerda; na Tupi, Odilon Júnior (ambos pouco utilizados); e, na Brasil, da LBV – Legião da Boa Vontade, o Maurício Moreira.
_______
M E M Ó R I A
Pioneiro do rádio, do marketing e da publicidade, Ademar Casé (1902-1993) acabou esquecido. Era um péssimo marketeiro de si mesmo, segundo um filme de Estevão Ciavata, lançado em janeiro de 2010. Idealizador e produtor do Programa Casé, na Rádio Phillips, Ademar nascera em Belo Jardim, Pernambuco. A rádio em que grandes nomes do passado atuaram, continuou sendo palco de artistas de lá, pois, em sua freqüência surgira a Nacional.
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Nas Ondas
/o Filosofia do meu pirão primeiro.
A. ‘Está todo mundo mudando.Todo mundo gostando’. (Raphael de França, na quinta, 28, apresentador e diretor de programação da 94).
B. ‘Estamos virando a audiência no esporte no Rio’.(Edilson Silva, titular da BandNews, na transmissão do Flamengo na Libertadores).
C. Nunca ouvimos, ao longo dos anos como amante do rádio, o Garotinho ou Canázio,vangloriarem-se das estações em que têm atuado.
Considerado no ramo um fiel discípulo de Doalcei Camargo, com quem trabalhara na década de 70, o locutor Paulo Roberto Braga voltava, em agosto de 2008, a atuar no rádio carioca. Estreava na Bandeirantes domingo, dia 10, transmitindo pelo Campeonato Brasileiro o jogo entre Botafogo 1 x 0 Palmeiras, no Engenhão. Na partida seguinte, quarta-feira, entre as equipes mistas do mesmo Palmeiras e do Vasco, no Maracanã (Copa Sul-Americana), ele revelava sua nova influência, ao cumprimentar o público em sintonia: ‘Boa tarde a maior plateia do rádio!...’
Nada surpreendente para o ouvinte conformado com a pouca originalidade no meio. Não era o primeiro a copiar o José Carlos Araújo, repetindo seus bordões. Dentre os mais notórios, o repórter Wagner Menezes, da Tupi, e o narrador Daniel Pereira, que a Manchete vinha apregoando ser ‘o maior talento jovem’. Luiz Penido, segundo mais popular dos narradores de futebol no Rio, também inspirava outros colegas de profissão – o Carlos Borges e o Batista Júnior (*) respectivamente na Manchete e Bandeirantes.
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RIO, SÃO PAULO-RIO
Ao fim de uma temporada em estações da Pauliceia, Paulo Roberto Braga estava ausente do rádio desde 2003. Passara pela Tupi, quando Doalcei pontificava e, também pela Nacional, onde brilhavam José Cabral (igual timbre de voz ao dele), Januário de Oliveira e Júlio César Santana. Seu ingresso na Bandeirantes ocorrera na vaga de Wellington Campos, que fora para a Mundial.
A Bandeirantes trocava o comando do esporte no início de agosto. Edilson Silva, que vinha atuando como principal narrador assumia a função. Antes, a responsabilidade pelo grupo era do Luiz Carlos Silva, que decidira afastar-se dos microfones. Uma das primeiras medidas do novo comandante foi reestruturar a equipe. No seu encontro com o público, Paulo Roberto, promovido a estrela adotou, inclusive, o slogan que o Doalcei usava – ‘o mais vibrante do Brasil’. Com o aval do Denis Menezes, velho companheiro deles.
(*) Batista Júnior e um grupo de cinco profissionais foram dispensados tão logo se efetivou a transferência do líder.
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ANTIGUIDADE É POSTO
Depois que os medalhões Luiz Mendes e Washington Rodrigues, o Apolinho passaram a dizer ‘é verdade’, sempre que solicitados pelo narrador das partidas, nas suas emissoras e nas concorrentes, comentaristas e repórteres não faziam outra coisa. A participação deles virou código, o vocabulário encolheu, deixando-os parecer meros robôs. Houve um tempo em que ‘é isso aí’ era voz corrente. Utilizavam-na para abrir e fechar matéria, como o ‘valeu’ dos últimos anos, inegavelmente a ‘muleta’ mais duradoura.
Também o tempo do jogo igualou-se em todos os prefixos. Raro o locutor que não se espelha no de maior audiência. O rádio esportivo clama por novos valores, não carbonos. No momento em que digitamos esse texto alguns nomes estavam despontando, além do Daniel Pereira, cujo ‘defeito’ ficou assinalado no começo – imitar o Garotinho. No Sistema Globo, via CBN, destacava-se Leandro Lacerda; na Tupi, Odilon Júnior (ambos pouco utilizados); e, na Brasil, da LBV – Legião da Boa Vontade, o Maurício Moreira.
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M E M Ó R I A
Pioneiro do rádio, do marketing e da publicidade, Ademar Casé (1902-1993) acabou esquecido. Era um péssimo marketeiro de si mesmo, segundo um filme de Estevão Ciavata, lançado em janeiro de 2010. Idealizador e produtor do Programa Casé, na Rádio Phillips, Ademar nascera em Belo Jardim, Pernambuco. A rádio em que grandes nomes do passado atuaram, continuou sendo palco de artistas de lá, pois, em sua freqüência surgira a Nacional.
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Nas Ondas
/o Filosofia do meu pirão primeiro.
A. ‘Está todo mundo mudando.Todo mundo gostando’. (Raphael de França, na quinta, 28, apresentador e diretor de programação da 94).
B. ‘Estamos virando a audiência no esporte no Rio’.(Edilson Silva, titular da BandNews, na transmissão do Flamengo na Libertadores).
C. Nunca ouvimos, ao longo dos anos como amante do rádio, o Garotinho ou Canázio,vangloriarem-se das estações em que têm atuado.
domingo, 24 de novembro de 2019
Direto das Ondas/Especial
A LIBERTADORES NO RÁDIO
(Ouvido na caixinha.Olho na telinha)
O bicampeonato do Flamengo na conquista da Libertadores veio 38 anos depois com uma coincidência de datas – 23 de novembro de 1981 e 23 de novembro de 2019. Coincidência também no número de gols do vencedor, em jogo realizado no Estádio Centenário, no Uruguai, contra o Cobreloa, do Chile. Terminou em 2 a 0, gols de Zico, um de pênalti.
Sérgio Américo, repórter da 94 FM, que por muito tempo cobre o rubro negro lembrava parte dessa história, sem imaginar, contudo, que passada tanta dificuldade da agremiação carioca, Gabogol, figura apagada no início, sairia como herói, marcando dois gols.
_______
O VELHO DITADO
Positivamente – afirmava o Maurício Moreira na Super Brasil – ‘o futebol é uma caixinha de surpresas’. A rádio da LBV mandou o Marcelo Figueiredo a Lima. Ele, no entanto, só apareceu no encerramento. Bem ao contrário do André Marques (Tupi), Renan Moura (Globo/CBN) e Cristiano Pinho (BandNews).
O Flamengo não deu um chute a gol até os 38 minutos –assegurava Ronaldo Castro, comentarista da BandNews, acrescentando: ‘O time do River não deixou o Flamengo jogar. Parou o adversário no contra-ataque, em velocidade’. Dé, o Aranha na Globo/CBN: ‘Se o Fla não cair na real, o bicho vai pegar’.
_______
MUDANÇA DE TOM
Repórter da Super Brasil, Rafael Araújo observava: ‘Felipe Luís erra tudo. É sua pior partida com a camisa do Flamengo’. Na oportunidade, Maurício Moreira retrucava: ‘E, o Gabigol? Está irreconhecível’. Quando ele empatou a partida, o narrador mudou o tom. ‘Artilheiro é isso. Na hora certa, no momento certo’.
Instado por Waldir Luiz, comentarista e apresentador da Nacional, o também comentarista Mário Silva dizia: ‘As coisas estão mal paradas, mas o Fla pode virar, se mudar’. Ao lado dele o narrador André Luiz Mendes se aproveitou do ensejo para ‘vender’ um de seus bordões : ‘Onde a bola rola tem Nacional’.
_______
R a r e f e i t a s
/o A 94 FM (Roquette Pinto), nova frente dos esportes no Rio formou rede com emissoras do interior do Estado para transmitir o jogo do Flamengo. As de Teresópolis e Cabo Frio, por exemplos.
/o Ainda a estatal. Parceiro do Luiz Carlos Silva no comando da equipe, Ricardo Mazzella não se desligou da principal estação da EBC, como fizera o Carlos Borges, que estava há muitos anos na casa.
/o E, como aquele anúncio de um sabonete, está chegando mais um para a 94. Trata-se do Toni Vendramini, que participava do Bola em Jogo, na Super Tupi, quando tinha apresentação do Luiz Ribeiro.
(Ouvido na caixinha.Olho na telinha)
O bicampeonato do Flamengo na conquista da Libertadores veio 38 anos depois com uma coincidência de datas – 23 de novembro de 1981 e 23 de novembro de 2019. Coincidência também no número de gols do vencedor, em jogo realizado no Estádio Centenário, no Uruguai, contra o Cobreloa, do Chile. Terminou em 2 a 0, gols de Zico, um de pênalti.
Sérgio Américo, repórter da 94 FM, que por muito tempo cobre o rubro negro lembrava parte dessa história, sem imaginar, contudo, que passada tanta dificuldade da agremiação carioca, Gabogol, figura apagada no início, sairia como herói, marcando dois gols.
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O VELHO DITADO
Positivamente – afirmava o Maurício Moreira na Super Brasil – ‘o futebol é uma caixinha de surpresas’. A rádio da LBV mandou o Marcelo Figueiredo a Lima. Ele, no entanto, só apareceu no encerramento. Bem ao contrário do André Marques (Tupi), Renan Moura (Globo/CBN) e Cristiano Pinho (BandNews).
O Flamengo não deu um chute a gol até os 38 minutos –assegurava Ronaldo Castro, comentarista da BandNews, acrescentando: ‘O time do River não deixou o Flamengo jogar. Parou o adversário no contra-ataque, em velocidade’. Dé, o Aranha na Globo/CBN: ‘Se o Fla não cair na real, o bicho vai pegar’.
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MUDANÇA DE TOM
Repórter da Super Brasil, Rafael Araújo observava: ‘Felipe Luís erra tudo. É sua pior partida com a camisa do Flamengo’. Na oportunidade, Maurício Moreira retrucava: ‘E, o Gabigol? Está irreconhecível’. Quando ele empatou a partida, o narrador mudou o tom. ‘Artilheiro é isso. Na hora certa, no momento certo’.
Instado por Waldir Luiz, comentarista e apresentador da Nacional, o também comentarista Mário Silva dizia: ‘As coisas estão mal paradas, mas o Fla pode virar, se mudar’. Ao lado dele o narrador André Luiz Mendes se aproveitou do ensejo para ‘vender’ um de seus bordões : ‘Onde a bola rola tem Nacional’.
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R a r e f e i t a s
/o A 94 FM (Roquette Pinto), nova frente dos esportes no Rio formou rede com emissoras do interior do Estado para transmitir o jogo do Flamengo. As de Teresópolis e Cabo Frio, por exemplos.
/o Ainda a estatal. Parceiro do Luiz Carlos Silva no comando da equipe, Ricardo Mazzella não se desligou da principal estação da EBC, como fizera o Carlos Borges, que estava há muitos anos na casa.
/o E, como aquele anúncio de um sabonete, está chegando mais um para a 94. Trata-se do Toni Vendramini, que participava do Bola em Jogo, na Super Tupi, quando tinha apresentação do Luiz Ribeiro.
sábado, 23 de novembro de 2019
Direto das Ondas
... E ELES ERAM DA GLOBO
Notabilizada como colunista de celebridades na Globo, seguindo os passos de Juçara Carioca (a ‘estrela Juju’), Ana Paula Portuguesa voltava, em 6 do corrente, uma quarta-feira, às suas origens, a Rádio Tupi. Fazia a mesma trajetória de alguns colegas, cujas carreiras tiveram início na outrora líder dos Diários Associados.
Exemplos a citada Juju (foi repórter da Patrulha da Cidade), Antônio Carlos (até 1987 era de lá), Ricardo Campello (produtor da Cidinha Campos), e a recém-falecida Aldenora Santos (atriz e braço direito do radialista),‘O despertador do Brasil’, segundo o marketing. (Antes da Tupi, creia, AC fez programa de jazz na Metropolitana.)
Ana Paula (portuguesa, com certeza) começou a brilhar no programa do Roberto Canázio, que ao sair da Manchete, parou na Tupi, ali permanecendo de outubro de 2001 a dezembro de 2006. Na Globo, ele comandou o Se Liga, Brasil (em rede nacional) e o Se Liga, Rio (regional), cartazes apresentados no período de 1h às 3h da tarde.
Canázio e Ana Paula foram, coincidentemente, os derradeiros que deixaram o projeto Nova Rádio Globo – ele, nos estertores da ideia; ela, exatamente no ponto final, no ‘acabou’. (Não dava mais com os televisivos e campeoníssimos das redes sociais. A rádio perdera sua identidade e caíra do quarto para um incrível oitavo lugar.)
_______
'SEGUE A LÍDER'
A Super Tupi (popular, esportes e jornalismo) é, no momento, a quarta maior audiência no Rio, de acordo com o mais recente boletim do Kantar Média Ibope, atrás da FM O Dia. No promocional, porém, os internautas afirmam -- e seus comunicadores também – ‘Segue a líder’. Aí vão suas atrações de segunda a sexta-feira:
0h – Programa Alexandre Ferreira.
2h – Na Cia. do Garcia, com Garcia Duarte.
4h – Show do Mário Belisário.
6h – Show do Antônio Carlos.
8h – Show do Clóvis Monteiro.
10h – Programa Isabelle Benito.
11h – Programa Francisco Barbosa.
12h – Patrulha da Cidade, com Mário Belisário e Garcia Duarte.
13h --Show do Pedro Augusto.
15h --Show do Heleno Rotai.
17h --Show do Apolinho, com Washington Rodrigues.
19h --Radar Tupi, com Luiz Ribeiro. (Nas noites sem transmissões esportivas.)
20h --Programa Cristiano Santos. (Mesma situação do anterior.)
21h – A Voz do Brasil (Igualmente.)
22h --Giro Esportivo, com Wagner Menezes e equipe.
_______
UM OÁSIS NO DIAL
Amauri Santos é o âncora de A Turma do Rádio, um oásis no dial que reúne ‘feras da latinha’ aos sábados, 7h das manhãs, na 94 FM (Roquette Pinto). Ilustrado por músicas e debates sobre temas diversos, nele sobreatua a inteligência de seus componentes. O programa de estreia, na semana passada, contou com as participações de William Travassos, Ricardo Alexandre e Jimi Raw.
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R a r e f e i t a s
/o André Marques (Tupi), Renan Moura (Globo) e Marcelo Figueiredo (Super Brasil) repórteres de rádios do Rio foram a Lima. Para o Flamengo e River Plate pela Libertadores neste sábado.
/o Com a reprodução de gols de jogos decisivos, o Era Uma Vez No Futebol, 3ª edição do Bate Bola Nacional, homenageou craques da cor na quarta-feira (20), Dia da Consciência Negra.
/o O quadro,idealizado por Mário Silva e Astrid Nick focalizou, entre outros, Cláudio Adão e Pelé, nas vozes de Jorge Curi (1920-1985), José Cabral (1929-2016) e José Carlos Araújo.
< Blog do Rádiomania, dez anos
Notabilizada como colunista de celebridades na Globo, seguindo os passos de Juçara Carioca (a ‘estrela Juju’), Ana Paula Portuguesa voltava, em 6 do corrente, uma quarta-feira, às suas origens, a Rádio Tupi. Fazia a mesma trajetória de alguns colegas, cujas carreiras tiveram início na outrora líder dos Diários Associados.
Exemplos a citada Juju (foi repórter da Patrulha da Cidade), Antônio Carlos (até 1987 era de lá), Ricardo Campello (produtor da Cidinha Campos), e a recém-falecida Aldenora Santos (atriz e braço direito do radialista),‘O despertador do Brasil’, segundo o marketing. (Antes da Tupi, creia, AC fez programa de jazz na Metropolitana.)
Ana Paula (portuguesa, com certeza) começou a brilhar no programa do Roberto Canázio, que ao sair da Manchete, parou na Tupi, ali permanecendo de outubro de 2001 a dezembro de 2006. Na Globo, ele comandou o Se Liga, Brasil (em rede nacional) e o Se Liga, Rio (regional), cartazes apresentados no período de 1h às 3h da tarde.
Canázio e Ana Paula foram, coincidentemente, os derradeiros que deixaram o projeto Nova Rádio Globo – ele, nos estertores da ideia; ela, exatamente no ponto final, no ‘acabou’. (Não dava mais com os televisivos e campeoníssimos das redes sociais. A rádio perdera sua identidade e caíra do quarto para um incrível oitavo lugar.)
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'SEGUE A LÍDER'
A Super Tupi (popular, esportes e jornalismo) é, no momento, a quarta maior audiência no Rio, de acordo com o mais recente boletim do Kantar Média Ibope, atrás da FM O Dia. No promocional, porém, os internautas afirmam -- e seus comunicadores também – ‘Segue a líder’. Aí vão suas atrações de segunda a sexta-feira:
0h – Programa Alexandre Ferreira.
2h – Na Cia. do Garcia, com Garcia Duarte.
4h – Show do Mário Belisário.
6h – Show do Antônio Carlos.
8h – Show do Clóvis Monteiro.
10h – Programa Isabelle Benito.
11h – Programa Francisco Barbosa.
12h – Patrulha da Cidade, com Mário Belisário e Garcia Duarte.
13h --Show do Pedro Augusto.
15h --Show do Heleno Rotai.
17h --Show do Apolinho, com Washington Rodrigues.
19h --Radar Tupi, com Luiz Ribeiro. (Nas noites sem transmissões esportivas.)
20h --Programa Cristiano Santos. (Mesma situação do anterior.)
21h – A Voz do Brasil (Igualmente.)
22h --Giro Esportivo, com Wagner Menezes e equipe.
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UM OÁSIS NO DIAL
Amauri Santos é o âncora de A Turma do Rádio, um oásis no dial que reúne ‘feras da latinha’ aos sábados, 7h das manhãs, na 94 FM (Roquette Pinto). Ilustrado por músicas e debates sobre temas diversos, nele sobreatua a inteligência de seus componentes. O programa de estreia, na semana passada, contou com as participações de William Travassos, Ricardo Alexandre e Jimi Raw.
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R a r e f e i t a s
/o André Marques (Tupi), Renan Moura (Globo) e Marcelo Figueiredo (Super Brasil) repórteres de rádios do Rio foram a Lima. Para o Flamengo e River Plate pela Libertadores neste sábado.
/o Com a reprodução de gols de jogos decisivos, o Era Uma Vez No Futebol, 3ª edição do Bate Bola Nacional, homenageou craques da cor na quarta-feira (20), Dia da Consciência Negra.
/o O quadro,idealizado por Mário Silva e Astrid Nick focalizou, entre outros, Cláudio Adão e Pelé, nas vozes de Jorge Curi (1920-1985), José Cabral (1929-2016) e José Carlos Araújo.
< Blog do Rádiomania, dez anos
sábado, 16 de novembro de 2019
Direto das Ondas
ONDE SAMBA NÃO TEM VEZ
Muito bem situada nos recentes boletins do Kantar Média Ibope ( é a segunda emissora mais ouvida no Rio) a JBFM, do estilo adulto-contemporâneo, não dá a mínima, na sua grade, para o principal ritmo de música do país – o samba. Fácil descobrir a coisa: desinteresse. Para confirmar, o leitor destas linhas terá, naturalmente, que dispor de tempo (e paciência).
Sintonizar a rádio durante os diferentes períodos do dia – manhã, tarde, noite, é o jeito mais apropriado. Nem sombra de um sambinha (num comercial que seja) rodam por ali.
Os programadores da emissora têm aversão ao gênero, possivelmente por convicção. Nada representam para eles um Dorival Caymmi, Ary Barroso, tanta gente valorosa.
‘... Quem não gosta de samba/bom sujeito não é/É ruim da cabeça/ou doente do pé/Eu nasci com o samba/no samba me criei...’ (Trecho imortalizado pelo baiano de São Salvador.)
_______
ROQUETTE, NOVA RÁDIO
Sob a presidência de Cristiane Almeida, jornalista e radialista, com direção de programação de Raphael de França, multimídia, o Rio ganhou, nesses últimos dias, uma nova rádio.
Eis o que o interessado em novidades no dial pode ouvir de segunda a sexta-feira na 94 FM (ou Roquette):
0h – Viradão, com Jorge Bacarin.
3h --Nordeste Sertanejo, com Braga Júnior.
6h --Primeira Página, com Rodrigo Machado.
7h --De Carona, com Raphael de França e Deivid Costa.
9h --Conexão RJ, com William Travassos.
11h --Cardápio 94, com Leandro Augusto.
14h –Toda Tarde, com Selma Boiron.
17h --Painel 94, com Jorge Ramos.
18h – 94 Esporte Clube, com Rogério Ribeiro e Cláudio Affonso.
20h --Vai Dar Samba, com Miro Ribeiro, nas noites que não têm transmissões esportivas.
21h --Toca Rock, com Selma Boiron (mesmo caso do anterior,também dependente do futebol.)
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O ESPORTE NA CASA
Dez anos depois de ausentar-se do rádio Luiz Carlos Silva a ele voltou. Uniu-se ao Ricardo Mazzella para comandar a equipe esportiva da 94 FM (Roquette Pinto), isto é, um grupo de ‘oriundis’
Ei-los: Carlos Borges e Batista Júnior; Jorge Ramos, Cláudio Affonso e Fred Soares; Sérgio Américo, Carla Matera, Rogério Ribeiro e Cassiano Carvalho; Ricardo Oliveira e Rafael Luna.
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‘PARA COMPARTILHAR’
Com esse slogan, a 94 FM procura abandonar a mesmice existente no rádio de cada dia, especialmente nas emissoras públicas, de bons programas, todavia, pouco atraentes.
Ela é componente do ramo, mas, mesmo tardiamente tenta um outro caminho, aproveitando o vazio criado pelo SGR. Alguns nomes com passagens pela ‘outra’ foram recrutados.
Saindo do ostracismo em que se encontrava, ‘veste’ a camisa do popular (e moderna) para competir com as mais equipadas, cujas plateias as situam entre as Tops 10 no Kantar.
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R a r e f e i t a s
/o Nas rádios do Rio, o samba só é destaque nos fins de semana. Ele está presente na Super Tupi e SulAmérica Paradiso FM – e pouquinho notado por ouvintes da Nacional.
/o O Samba Social Clube é um programa da Super Tupi, apresentado aos sábados por Valéria Marques e Carlinhos de Jesus. Chega a seus rádios e plataformas às 13h.
/o E, o sucessor dele há um ano na SulAmérica Paradiso, mesma faixa de horário é Estação do Samba, sábados e domingos. Conduzido por PC, tem participação de Arlindinho Neto.
/o Apreciadores do samba de raiz, Velha Guarda das escolas são os fãs do Rubem Confete e seu Ponto do Samba na Rádio Nacional. Aos sábados, às 13h, e aos domingos, às 14h.
/o Quem liga o rádio para ouvir o gênero pode topar com uma playlist propositalmente sofrível. Não recomendável, portanto, para pessoas de bom gosto. Mas, é sucesso na O Dia.
/o Fora das planilhas, porém, se ouve material de primeiríssima qualidade nas ondas da MEC AM 800.Por que os pesquisadores não chegam até ela? Públicas não vendem, é voz corrente.
/o Não precisa ser catedrático para saber que as rádios públicas não têm comerciais. O governo, no âmbito federal ou estadual, são os que bancam. Uma nova Cultura a 94 FM?
< Blog do Rádiomania, dez anos
Muito bem situada nos recentes boletins do Kantar Média Ibope ( é a segunda emissora mais ouvida no Rio) a JBFM, do estilo adulto-contemporâneo, não dá a mínima, na sua grade, para o principal ritmo de música do país – o samba. Fácil descobrir a coisa: desinteresse. Para confirmar, o leitor destas linhas terá, naturalmente, que dispor de tempo (e paciência).
Sintonizar a rádio durante os diferentes períodos do dia – manhã, tarde, noite, é o jeito mais apropriado. Nem sombra de um sambinha (num comercial que seja) rodam por ali.
Os programadores da emissora têm aversão ao gênero, possivelmente por convicção. Nada representam para eles um Dorival Caymmi, Ary Barroso, tanta gente valorosa.
‘... Quem não gosta de samba/bom sujeito não é/É ruim da cabeça/ou doente do pé/Eu nasci com o samba/no samba me criei...’ (Trecho imortalizado pelo baiano de São Salvador.)
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ROQUETTE, NOVA RÁDIO
Sob a presidência de Cristiane Almeida, jornalista e radialista, com direção de programação de Raphael de França, multimídia, o Rio ganhou, nesses últimos dias, uma nova rádio.
Eis o que o interessado em novidades no dial pode ouvir de segunda a sexta-feira na 94 FM (ou Roquette):
0h – Viradão, com Jorge Bacarin.
3h --Nordeste Sertanejo, com Braga Júnior.
6h --Primeira Página, com Rodrigo Machado.
7h --De Carona, com Raphael de França e Deivid Costa.
9h --Conexão RJ, com William Travassos.
11h --Cardápio 94, com Leandro Augusto.
14h –Toda Tarde, com Selma Boiron.
17h --Painel 94, com Jorge Ramos.
18h – 94 Esporte Clube, com Rogério Ribeiro e Cláudio Affonso.
20h --Vai Dar Samba, com Miro Ribeiro, nas noites que não têm transmissões esportivas.
21h --Toca Rock, com Selma Boiron (mesmo caso do anterior,também dependente do futebol.)
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O ESPORTE NA CASA
Dez anos depois de ausentar-se do rádio Luiz Carlos Silva a ele voltou. Uniu-se ao Ricardo Mazzella para comandar a equipe esportiva da 94 FM (Roquette Pinto), isto é, um grupo de ‘oriundis’
Ei-los: Carlos Borges e Batista Júnior; Jorge Ramos, Cláudio Affonso e Fred Soares; Sérgio Américo, Carla Matera, Rogério Ribeiro e Cassiano Carvalho; Ricardo Oliveira e Rafael Luna.
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‘PARA COMPARTILHAR’
Com esse slogan, a 94 FM procura abandonar a mesmice existente no rádio de cada dia, especialmente nas emissoras públicas, de bons programas, todavia, pouco atraentes.
Ela é componente do ramo, mas, mesmo tardiamente tenta um outro caminho, aproveitando o vazio criado pelo SGR. Alguns nomes com passagens pela ‘outra’ foram recrutados.
Saindo do ostracismo em que se encontrava, ‘veste’ a camisa do popular (e moderna) para competir com as mais equipadas, cujas plateias as situam entre as Tops 10 no Kantar.
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R a r e f e i t a s
/o Nas rádios do Rio, o samba só é destaque nos fins de semana. Ele está presente na Super Tupi e SulAmérica Paradiso FM – e pouquinho notado por ouvintes da Nacional.
/o O Samba Social Clube é um programa da Super Tupi, apresentado aos sábados por Valéria Marques e Carlinhos de Jesus. Chega a seus rádios e plataformas às 13h.
/o E, o sucessor dele há um ano na SulAmérica Paradiso, mesma faixa de horário é Estação do Samba, sábados e domingos. Conduzido por PC, tem participação de Arlindinho Neto.
/o Apreciadores do samba de raiz, Velha Guarda das escolas são os fãs do Rubem Confete e seu Ponto do Samba na Rádio Nacional. Aos sábados, às 13h, e aos domingos, às 14h.
/o Quem liga o rádio para ouvir o gênero pode topar com uma playlist propositalmente sofrível. Não recomendável, portanto, para pessoas de bom gosto. Mas, é sucesso na O Dia.
/o Fora das planilhas, porém, se ouve material de primeiríssima qualidade nas ondas da MEC AM 800.Por que os pesquisadores não chegam até ela? Públicas não vendem, é voz corrente.
/o Não precisa ser catedrático para saber que as rádios públicas não têm comerciais. O governo, no âmbito federal ou estadual, são os que bancam. Uma nova Cultura a 94 FM?
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