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E M I N I S C Ê N C I A S (1)
Década de 80. A Rádio Globo (AM 1220) reunia em
seus quadros, profissionais da categoria de um Adelzon Alves, Luciano (também
Alves), Antônio Carlos, Paulo Giovanni, Haroldo de Andrade, Roberto Figueiredo,
Waldir Vieira, Carlos Bianchini e Gilberto Lima.
Os horários deles, por ordem de
entrada na grade, estavam assim distribuídos: Adelzon (0h às 3h); Luciano (3h
às 5h); Antônio (5h às 7h); Giovanni (7h às 9h); Haroldo (9h às 12h); Figueiredo
(12h às 14h); Waldir (14h às 17h); Bianchini (17h às 19h) e Gilberto (21h a 0h).
Às 20h, depois de A Hora do Brasil
(era esse o nome do que viria a ser A Voz do Brasil), tinha uma resenha
esportiva com a equipe do Waldir Amaral. Integravam-na, entre outros, Antônio
Porto, Celso Garcia, Airton Rebelo, Áureo Ameno, Luiz Mendes, Kleber Leite,
Washington Rodrigues e Denis Menezes.
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SEM IGUAL
Nada mais importante que o Repórter
Esso, em termos de noticiário, se conheceria no rádio ao longo de sua
existência. Com ele, o locutor Heron Domingues. A inauguração ocorreria em 28
de agosto de 1941, pela Farroupilha, de Porto Alegre, simultaneamente com a
Nacional, do Rio e Record, de São Paulo.
DESTAQUE
O maior destaque do jornalismo opinativo na história do rádio, seria
Vicente Leporace, da Bandeirantes, popularizado com O Trabuco, programa que
manteve por quase três décadas. Muitos anos depois, essa atividade teria uma
seguidora – Cidinha Campos, na Tupi-Rio, entre 1980 e 1990, e mais tarde na Manchete.
AS ORIGENS
A Rádio Eldorado funcionava no mesmo prédio da Relógio, antes de pertencer
ao SGR. Ficavam respectivamente no 16º e
15º andares, lado ímpar da Presidente
Vargas, entre a Rio Branco e Uruguaiana.
A partir de 1° de outubro de 1991, a Eldorado
passava a ser CBN, como a norte-americana
CNN, de televisão.
A CHANCE
Perto de começar os anos 70, surgia a grande chance de um jovem
paranaense de Curitiba impulsionar sua carreira no rádio no Rio de Janeiro.
Haroldo de Andrade se tornaria bastante conhecido, consolidando seu nome entre
os mais importantes do veículo. Lançado com o Musifone, na modesta Mauá.
FOI 'O Nº 1'
Durante muito tempo as chamadas promocionais na Globo afirmavam que ele
era ‘o n° 1 do país’. Líder por 35 anos,
dos quais, 42 a serviço da emissora, bateu de frente com os executivos da
empresa. Opusera-se ao projeto Globo Brasil, que tinha por finalidade
nacionalizar o que era marcadamente de caráter regional.
IDEALISMO
Inaugurada em 7 de novembro de 2005, a Rádio Haroldo de Andrade, o sonho
de um idealista, existiria não mais que dois anos e meio. Com a
morte do comunicador em 1º de março de 2008,acabava. Dificuldades financeiras
derrotavam Wilson e Haroldo Jr., que transferiam a concessão para o grupo
religioso Canção Nova.
UM LEGADO
Domingo, 3 de agosto. Nove horas da manhã. Rádio Tupi. Cinco meses e
dois dias após o passamento do consagrado radialista, o programa que ele criou
voltava a ser apresentado. Com as mesmas
características, com a mesma concepção. Haroldo de Andrade (o Jr.) herdava o
legado que o pai (e mestre) a ele destinara.
CONSTÂNCIA
A rotatividade de comunicadores na Globo nos fins de tarde fora uma
constante nos anos 80. Em 1982, o titular era Roberto Figueiredo, depois
Gilberto Lima, falecido prematuramente e, no lugar deste, Carlos Bianchini. A
partir de 1983, a vez de Edmo Zarife, com o Show das Cinco, o Rio Total -- resumido a última.
CONSAGRADO
Ídolos de Todos os Tempos foi um
programa que se consagrou na Rádio Tupi aos domingos pelas manhãs. Odair
Marsano, que atuou no rádio-teatro e Antônio Carlos destacaram-se entre os apresentadores.
Numa audição em novembro de 1984, Odair entrevistava a cantora Simone que
comemorava onze anos de carreira.
IMPRESSÃO
Compositor, músico e produtor de discos, Rildo Hora vencera um concurso
de gaita no Programa Paulo Gracindo, da Nacional. Ele começara a se interessar
por violão nos anos 60 impressionado com o desempenho de João Gilberto em Chega
de Saudade, faixa do elepê Canção do Amor Demais com Elizeth Cardoso.
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OndasAtuais.Com
O locutor esportivo José Silvério, de São Paulo, deu entrevista ao
Uninarrar (União dos Narradores) na segunda-feira (7), revelando os motivos
porque deixou a Rádio Bandeirantes em abril último. ‘Não aceito nunca narrar
jogos olhando a televisão’. Locutor de rádio, afirmou, foi feito para estar
presente nos estádios.
A Rádio MEC, primeira do Brasil, criada como Sociedade do Rio de
Janeiro, completou 97 anos no Dia da Independência, nesta segunda-feira. No ar
desde 1923 e fundada pelo antropólogo Edgard Roquette Pinto, pai da
radiodifusão no país, foi doada ao Ministério da Educação em 1936. Pertence ao
conglomerado EBC.